sábado, 4 de fevereiro de 2017

Corpo de dona Marisa chega para velório em São Bernardo do Campo

O velório da ex-primeira-dama Marisa Letícia começou pouco depois da 9 horas na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. No início, foi aberto apenas a familiares e dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT). O escritor Frei Betto fez uma oração.
Estão no local o deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA), o vereador por São Paulo Eduardo Suplicy (PT), e ex-ministros de governos do PT Luiz Dulci, Juca Ferreira e Marco Aurélio Garcia, além do presidente do PT, Rui Falcão.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que a ex-primeira-dama Marisa Letícia foi "vítima de perseguição", o que teria contribuído para agravar seu estado de saúde. "Estou engasgado com isso. Ela foi vítima de uma perseguição gigantesca e não aguentou", disse o senador, ao chegar no velório.
O ex-ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, afirmou há pouco que a "herança" deixada pela ex-primeira-dama Marisa Letícia é a "determinação de devolver otimismo e acabar com o ódio no País". Carvalho falou a jornalistas em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde o corpo de Marisa está sendo velado. 
O velório deve ocorrer até as 15h. Depois, haverá uma cerimônia de cremação reservada à família no cemitério. O Instituto Lula informou que não será divulgado dados sobre a doação de órgãos de dona Marisa.
O corpo da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva deixou o hospital Sírio-Libanês, onde ela estava internada desde o dia 24 de janeiro, por volta das 7h30 deste sábado (4) e chegou ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, às 9h, onde ocorrerá o velório da ex-primeira dama.
O ex-presidente Lula chegou ao local 20 minutos antes do corpo. Segundo a assessoria de imprensa do Sindicato, nesse primeiro momento, o velório será fechado para a família. Depois, o público e os jornalistas terão acesso.
O velório deve ocorrer até as 15h. Depois, haverá uma cerimônia de cremação reservada à família no cemitério. O Instituto Lula informou que não será divulgado dados sobre a doação de órgãos de dona Marisa.
Dona Marisa foi internada no dia 24 de janeiro no Hospital Sírio-Libanês, no Centro de São Paulo, depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral hemorrágico provocado pelo rompimento de um aneurisma. O óbito foi constatado às 18h57 de sexta-feira (3), segundo boletim médico. Lula e sua família autorizaram a doação dos órgãos.
Fontes: G1 e Correio Braziliense | Edição: SIM NOTICIAS