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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Mulher de 150 quilos mata criança ao sentar sobre ela como punição

Uma mulher de 150 quilos foi acusada de assassinato na Flórida por ter matado uma garota de 9 anos ao sentar-se sobre ela como forma de castigo. A mulher foi identificada como Veronica Green Posey, de 64 anos, ela foi presa por homicídio e crueldade contra um menor.
De acordo com a polícia do condado de Cambria, que vítima era a prima da acusada. À polícia, a mulher informou que sentou na criança "porque ela estava fora de controle". Quando a moça se levantou, a criança já não estava consciente. As autoridades dizem que Veronica chamou de serviços de emergência e tentou ressuscitar a menina. Ainda segundo a polícia, os pais da criança são acusados de negligência. 
Com informações do O Globo | Edição: SIM NOTICIAS

sábado, 7 de outubro de 2017

Nos Estados os Unidos Policial confunde gravação de filme com assalto e atira em ator; VÍDEO

A gravação de um filme quase acabou em tragédia na cidade de Crawfordsville, em Indiana, nos Estados Unidos. Isso porque um policial confundiu uma cena de assalto com um crime real e disparou contra um dos atores do elenco. 
De acordo com informações da imprensa americana, os policiais receberam denuncias de uma possível tentativa de assalto a uma cervejaria na cidade e enviaram uma viatura para verificar o chamado. Chegando lá, um dos policiais, identificado como Sargento Matt Schroeter, avistou um homem usando uma máscara de esqui e portando uma arma.
Uma câmera acoplada ao uniforme do policial, filmou o momento da abordagem. O ator ainda tentou avisar que tratava-se de uma filmagem, mas, muito tenso, o policial acabou por efetuar um disparo, que por sorte não atingiu o ator. 
VEJA VIDEO:
Fonte: Megacurioso | Edição: SIM NOTICIAS

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Mãe é presa após se fotografar fazendo sexo oral no filho de cinco anos

A jovem mãe de 19 anos Jazmine Nichole Pacyga foi presa recentemente acusada de pornografia infantil e abuso sexual após tirar fotografias fazendo sexo oral no filho de cinco anos. 
De acordo com o site "Michigan Live", o caso aconteceu na pequena cidade americana de Muskegon Township no dia 5 de fevereiro e foi denunciado à polícia por um conhecido de Jazmine, que tomou conhecimento das imagens. A jovem assumiu o crime e confessou ter realizado as fotos após receber uma proposta de Nathan Eric Osborne, de 32 anos, que também foi preso e indiciado. 
Assistante da promotoria do caso, Timothy Maat afirmou que Eric está respondendo por persuadir, seduzir e induzir uma pessoa a produzir material sexualmente abusivo. O homem foi acusado também de distribuição e posse de pornografia infantil. 
Após a denúncia, Jazmine teve a guarda da criança suspensa. Se for considerada culpada das acusações, ela poderá ser condenada à prisão perpétua, enquanto Osborne poderá pegar até 20 anos de prisão, segundo leis do país. 
Fonte: Rede TV | Edição: SIM NOTICIAS

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Trump diz que renunciará a seu salário como presidente dos Estados Unidos

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo que renunciará ao salário de US$ 400 mil anuais do cargo e só aceitará 1 dólar, valor mínimo determinado por lei. Trump anunciou sua decisão em entrevista ao programa 60 Minutes, do canal de televisão CBS, sua primeira aparição na televisão após ganhar as eleições no dia 8. “Acho que por lei tenho que aceitar 1 dólar, portanto aceitarei 1 dólar por ano. Mas o certo é que não sei sequer qual é o salário. Você sabe qual é?”, perguntou Trump durante a entrevista à jornalista Lesley Stahl, que informou o valor de US$ 400 mil.

“Não vou aceitar esse salário, não o receberei”, afirmou Trump, que investiu boa parte de sua fortuna em programas de televisão, hotéis, cassinos e negócios imobiliários. O presidente eleito também disse que tornará pública sua declaração de impostos “no tempo apropriado” e defendeu sua decisão de não divulgá-la durante a campanha eleitoral, como é costume nos EUA há décadas por parte de todos os candidatos à Presidência.

Imigrantes
No mesmo programa, Trump afirmou que pretende já no início de seu governo deportar entre 2 e 3 milhões de imigrantes ilegais – durante a campanha, ele chegou a falar em 11 milhões de deportações. Ele também tratou do muro que prometeu erguer na fronteira com o México, dizendo que parte dele não seria propriamente de alvenaria, mas sim cercas, como já há na fronteira entre os dois países.

“O que nós vamos fazer é descobrir quais imigrantes são criminosos e têm antecedentes criminais, membros de gangues, traficantes, que são muitas dessas pessoas, provavelmente 2 milhões de pessoas, ou até mesmo 3 milhões, e tirá-los do nosso país ou prendê-los. Nós vamos tirá-los do nosso país, eles estão aqui ilegalmente”, afirmou o republicano.

Na entrevista, Trump falou também sobre a Corte Suprema, composta atualmente de oito juízes após a morte em fevereiro do conservador Antonin Scalia, a quem o milionário prometeu substituir por um magistrado favorável aos valores da direita cristã. No entanto, hoje Trump disse que se sente “bem” a respeito da decisão do alto tribunal de legalizar o casamento entre as pessoas do mesmo sexo, embora tenha considerado que o direito das mulheres a pôr fim a sua gravidez deve ser competência dos estados e não do governo federal, como é atualmente.

Além disso, Trump exigiu o fim dos atos violentos contra os hispânicos, afro-americanos e membros da comunidade de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (LGBT), três grupos que denunciaram um aumento de ataques desde a vitória eleitoral do empresário. Do mesmo modo, Trump, que tomará posse no dia 20 de janeiro, pediu a quem se manifestou nas ruas contra sua eleição que “não tenha medo”.
Fonte: agência EFE

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Donald Trump vence Hillary Clinton e é eleito presidente dos EUA

Donald Trump será o 45º presidente dos Estados Unidos. Contrariando pesquisas e previsões, ele derrotou Hillary Clinton e teve sua vitória projetada pela agência Associated Press (AP) às 5h32 (hora de Brasília) desta quarta-feira (9).

Quando entrou o número de delegados do estado de Wisconsin na conta da AP, Trump alcançou 276 delegados, ultrapassando o limite de 270 necessários para ser o vencedor no Colégio Eleitoral. A imprensa americana informou minutos depois que Hillary ligou para o rival e admitiu a derrota. "Eu a cumprimentei pela campanha muito disputada", disse Trump em seguida, em seu discurso da vitória.

Ao falar aos seus simpatizantes, Trump defendeu a união do país após a disputa eleitoral, ao afirmar que será presidente para "todos os americanos".

"Todos os americanos terão a oportunidade de perceber seu potencial. Os homens e mulheres esquecidos de nosso país não serão mais esquecidos", discursou. Trump disse ainda que o plano do país deve ser refeito. "Vamos sonhar com coisas para nosso país, coisas bonitas e de sucesso novamente."

Disputa
A democrata Hillary, de 69 anos, e o republicano Trump, de 70, protagonizaram uma disputada e agressiva campanha de quase dois anos, marcada por ofensas e ataques pessoais.

Durante a noite, enquanto a apuração avançava, Trump conquistou vitórias surpreendentes sobre Hillary em estados-chave para a definição, abrindo o caminho para a Casa Branca e abalando os mercados globais que contavam com uma vitória da democrata.

A maré começou a virar a favor de Trump após as vitórias na Flórida, Carolina do Norte, Ohio e Iowa. Ele ainda se tornou o primeiro candidato de seu partido a ganhar na Pensilvânia desde que George H. W. Bush o fez em 1988.

A demora na definição de alguns estados, onde os números de Hillary e Trump ficaram muito próximos, fez com que a primeira projeção sobre sua vitória tenha saído apenas às 5h32, muito mais tarde do que nas eleições anteriores. Em 2012, por exemplo, o resultado já era conhecido antes das 2h30 da quarta.

Entre os estados considerados decisivos para o resultado, Trump conquistou a Flórida, onde Hillary chegou a liderar por uma pequena margem durante grande parte da apuração e onde Obama ganhou em suas duas eleições.

Segundo análise do “New York Times”, o número de votos de eleitores brancos e com maior renda foi suficiente para que ele abrisse uma margem capaz de compensar o eleitorado latino do estado, que em sua grande maioria votou em Hillary.

Já antes de sair a projeção da vitória de Trump, o chefe da campanha de Hillary, John Podesta, disse que ela não falará durante a noite. Ele pediu que os simpatizantes da candidata voltassem para casa.

Com discursos centrados nas frustrações e inseguranças dos americanos num mundo em mutação, Donald Trump tornou-se a voz da mudança para milhões deles.
Fonte: G1