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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Parnaibana hospitalizada em Teresina precisa de sangue A Positivo

Vereador usou as redes sociais para pedir doação de sangue para a filha
O vereador eleito de Parnaíba pelo PTB, Reinaldo Santos Filho, fez uma postagem hoje pela manhã (19) no seu perfil do Facebook, fazendo um apelo para doação de sangue para filha dele Crystine, que está internada no Hospital São Marcos, em Teresina, precisando de sangue A+.

Doadores compatíveis podem se dirigir até o de Parnaíba ou de Hemopi de Teresina e fazer a doação. As bolsas devem ser direcionadas a Crystine castelo Branco Santos, internada no apartamento, do Hospital São marcos, em Teresina, PI.
Por Luzia Paula

terça-feira, 8 de março de 2016

Banco de doação de medula óssea do Piauí possui 80 mil cadastrados

O Piauí possui cerca de 3, 2 milhões de habitantes, destes, apenas 80 mil estão cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Com a campanha “Cadastre-se e doe esperança, se for compatível doe vida!”, o Centro de Hematologia do Estado do Piauí (Hemopi) busca diariamente aumentar o número de cadastro de doadores voluntários de Medula óssea, que é um tecido líquido localizado no interior dos ossos largos conhecidos popularmente como tutano, onde o sangue é produzido.

De acordo com a gerente de interiorização do Hemopi, Veronésia Rosal, o transplante é indicado para pacientes com doenças graves, e atualmente o Brasil é o 3° país mais procurado do mundo no Banco de cadastro em volumes de informação.

“O transplante é indicado para pacientes com diagnóstico de leucemia, aplasia de medula dentre outros. O paciente só vai pra fila de transplante quando é o último caminho, sua chave genética tem que ser igual à chave genética do paciente que vai receber essa doação. O Brasil, por conta da miscigenação, é um dos países mais procurado no mundo, nós somos o terceiro no banco de cadastro em volumes de informação, perdendo apenas para o Banco Americano, que é o primeiro e o Alemão”, frisou Veronésia.

Pessoas do mundo todo lidam com doenças graves tendo a esperança de encontrar um doador compatível, e fora do grupo familiar a possibilidade é de 100 mil doadores para um paciente. Atualmente o Brasil possui 3 milhões e 700 mil pessoas cadastradas no Redome, são poucos voluntários diante de um país que possui mais de 204 milhões de habitantes, e da necessidade dos enfermos.

“A nossa fila de pessoas que precisam também é muito grande. Existem dois Bancos de cadastro, do paciente e do doador. Quando eu cadastro a informação do paciente e do doador esse banco cruza as informações, é um banco unificado”, explicou Veronésia Rosal.

Por ser um procedimento “novo”, muitos ainda ficam receosos com a ideia de doação da medula, mas segundo a gerência de interiorização do Hemopi, desde que foi coletada as primeiras medulas ósseas no Brasil não existe registro de problemas com o doador.

“Não existe registro na literatura, que eu tenha conhecimento, de que tenha ocorrido algum problema com o doador, pro paciente é fato, por que tem uma doença grave e o fato dele receber a medula não quer dizer 100% que já vá resolver o problema, mas há um grande indicativo que sim, afirmou a Veronésia Rosal.

Cadastro
O cadastro de possíveis doadores de medula óssea pode ser realizado no Hemopi, localizado na rua 1° de Maio ao lado do Hospital Getúlio Vargas. Para doar é preciso ter entre 18 e 55 anos e boa saúde. Após realizar o cadastro com documento oficial com foto, endereço e telefone, você assina um termo de responsabilidade dizendo que quer se cadastrar como doador de medula.
Fonte: G1 – PI

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Mulher em tratamento de hemodiálise precisa de doação de sangue

Maria do Livramento Gomes de Brito encontra-se na UNIRIM de Parnaíba e precisa de doação de sangue. Sua família pede ajuda, e quem for doador, de qualquer tipo sanguíneo, pode se dirigir ao Hemocentro de Parnaíba.

Após a doação, é só entrar em contato com os números 99976-2889/99409-3243, para que algum familiar recolha com o doador o comprovante de doação.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Wellington quer anular doação de imóvel em Parnaíba que Wilsão assinou

Após dois anos de ter sido cedido sem nenhum custo para a Associação Comercial de Parnaíba (ACP), o Complexo Porto das Barcas, um dos principais pontos turísticos do litoral piauiense, será disputado para voltar a fazer parte do patrimônio imobiliário do Estado. Na terça-feira (20), o governador Wellington Dias instaurou um Processo Administrativo para anular o Termo de Cessão de Uso do Porto das Barcas, assinado em setembro de 2013 pelo ex-governador Wilson Martins, que tinha como vice-governador na época Zé Filho, que é de Parnaíba. A cessão é por 15 anos, podendo ser renovada.

O governo do Piauí agora vai enfrentar uma verdadeira burocracia para ter o Porto das Barcas de volta. O processo administrativo é necessário para que a Associação Comercial de Parnaíba exerça seu direito de defesa. O prazo para o relatório da comissão é de 60 dias.
De acordo com o parecer mais recente da Procuradoria Geral do Estado (17/2015) existe a possibilidade de anular o Termo de Cessão para uma entidade de direito privado, não integrante da administração. Tudo indica que, o imóvel retornando ao controle imobiliário do Estado, fará parte de um conjunto de bens que estão sendo postos à disposição das Parcerias Público-Privadas (PPP).
A doação foi polêmica, mas com uma oposição quase nula na Assembleia Legislativa, o governo Wilson Martins conseguiu com facilidade a aprovação da Lei Estadual Nº 6.366/2013 que permitiu a cessão do complexo. LEI NA ÍNTEGRA
O imóvel foi doado para que a ACP utilizasse e conservasse o local, além de ofertar atividades e projetos direcionados ao resgate cultural e histórico. Pela lei aprovada, o imóvel só retornaria ao controle do Estado se a associação não cumprisse com a finalidade prevista.
Aquiles Nairó

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Menina doa mais de meio metro de cabelo para crianças com câncer

Depois de conhecer a história de crianças que lutam contra o câncer, por incentivo dos pais, a pequena Larissa Mapeano, de seis anos, resolveu cortar os longos cabelos e doar as madeixas para um projeto solidário. O cabelo da garotinha era tão grande que no total foram cortados 59 centímetros.

Segundo o pai da menina, o tatuador Mayke Mapeano, de 27 anos, a filha não cortava os fios há três anos e tinha muito apego pelos cabelos. Ele conta ainda que o mês escolhido não foi por acaso, eles aproveitaram o 'Outubro Rosa' para aderir ao 'Projeto Tesoura Rosa, Meu Cabelo por um Sorriso', idealizado pelo grupo Rotaract Club, ligado ao Rotary Club. 

"Ela gostava muito do tamanho do cabelo dela. A cabeleireira cortou 59 centímetros, ficou chanel. Ela teve muita coragem e determinação. Depois que cortou, disse que adorou o novo visual. Eu e minha esposa já havíamos recebido propostas para vender o cabelo dela, mas nunca aceitamos, decidimos que quando cortássemos seria para fazer uma ação solidária", diz Mapeano.
A mãe da pequena Larissa, Marcilene César de Menezes, de 29 anos, considera que o gesto da filha é digno de orgulho. "Fico feliz de saber que ela tão nova já teve um ato de solidariedade de querer ajudar e fazer o bem ao próximo. Nós não obrigamos ela, apenas explicamos como era e ela aceitou. Queremos desde cedo ensiná-la a ser uma pessoa de coração bom", conta.

Feliz, e com lágrimas nos olhos, Larissa se emociona ao falar sobre o ato. "Eu gostava do meu cabelão, mas também gostei assim pequeno. Vou doar para as criancinhas que precisam e que não tem cabelo. Agora elas vão ter uma peruca e do meu cabelo", comemora.

Embora o cabelo já tenha sido cortado, o pai de Larissa disse que as madeixas da filha só serão entregues no dia 28 de outubro, data em que será realizado o projeto Escova Rosa, em Rio Branco. "Queremos oficializar esse gesto e mostrar para a Larissa o verdadeiro sentido do gesto dela", acrescenta.

O coordenador do projeto Tesoura Rosa, Bernardo Neto, de 25 anos, aprovou a atitude da menina. Para ele, a solidariedade deve existir nos seres humanos, independentemente da idade. "O gesto dela foi muito memorável, pois a Larissa é muito pequena para entender a importância do que fez e, mesmo assim, ela resolveu ajudar o próximo. Nós não podemos também deixar de agradecer aos pais dela que estão ensinando desde pequena a amar o próximo", afirma.
Fonte: G1