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sábado, 29 de outubro de 2016

Bandidos se passam por juiz e delegado e pedem fiança de até R$ 2 mil em Parnaíba

Delegado João Rodrigo Luna, titular da Central de Flagrantes de Parnaíba
Familiares de presos da cidade de Parnaíba foram até a delegacia denunciar que estão sendo vítimas de um novo golpe no mercado. O grupo criminoso atua por telefone – usando o DDD 85 – e se passando por delegado, policiais, promotores e até juiz exigindo depósitos bancários para a soltura dos parentes.

O delegado João Rodrigo Luna, titular da Central de Flagrantes de Parnaíba, disse que abriu inquérito após denúncia de vários familiares de presos.

Segundo o relato das vítimas, os golpistas exigiam a transferência de quantias em dinheiro – que variam de R$ 2 mil até R$ 400,00 – para o pagamento de fiança.

“Os familiares desconfiaram já que eles cobravam um preso alto para a fiança e não tinha condições de paga-los. Então eles baixavam o preço e muitos deduziram que eram um golpe”, afirmou o delegado.

O delegado Luna faz um alerta para que o familiar ao receber os telefonemas não fazem depósitos ou qualquer transferência.

Uma das vítimas recebeu a ligação e fez um depósito no valor de R$ 400 em uma conta poupança nº 70.761-07 OP 013, agência Messejana nº 2558, Caixa Econômica Federal - Fortaleza-CE, e caiu no golpe.

O delegado Rodrigo Luna pede que se algum familiar de preso receber a ligação, deve procurar uma delegacia e registrar um boletim de ocorrência.

Uma das vítimas estava dentro da delegacia quando recebeu e ligação e o criminoso estava se passando pelo delegado Luna. 

“O grupo tem informações dos presos, mas se enrolam quando se pergunta sobre detalhes. Estamos investigando e pedindo as pessoas que não depositem dinheiro, pois pagamento de fiança ocorre somente com deposito judicial e não transferência para uma conta bancária”, alertou o delegado.
Fonte: Cidade Verde 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Quatro são presos acusados de fraudar cartão do INSS e darem golpes em empréstimos

Uma quadrilha acusada de estelionato foi presa no início da tarde desta terça-feira, 23, em Teresina e União. O grupo agia falsificando documentos para a realização de empréstimos através de um escritório de fachada. Os prejuízos ainda estão sendo calculados pela polícia, que seguirá com as investigações.

A quadrilha estava sendo monitorada há vários meses por uma equipe do serviço de inteligência da Polícia Militar. Em uma ação conjunta com os militares do 5º e 8º BPM, três homens e uma mulher, entre eles pai e filho, foram presos e vários documentos, células de identidade em branco, cartões de banco, computadores, senhas e cartões do INSS, bem como uma moto e dois veículos foram apreendidos.
Dois dos acusados foram presos em um apartamento no bairro Dirceu e outros dois em um escritório na cidade de União, onde a polícia acredita que funcionava a sede do bando.
Os acusados foram identificados como Francisco Paulo Ribeiro, o filho Rodrigo Ribeiro, além de Paulo Reis e Viviane Lopes. De acordo com o major Gilvan, do 8º BPM, o grupo agida de forma organizada abordando idosos e oferecendo empréstimos. Em posse dos documentos, realizavam empréstimos em valores altos e repassavam somente uma parte para a vítima. “Eles assediavam e estimulavam os idosos. Quando morria alguém, pegava os dados da pessoa e faziam os contratos de empréstimos”, relata.
A polícia acredita que há mais gente envolvida e que o grupo aplicava os golpes em diversas cidades do Piauí e do Maranhão. "Já sabemos que agiram em Palmeirais, Gonçalves Dias, União... Mas sabemos que tem mais cidades", destaca o major.
Um dos envolvidos, Francisco Paulo, já responde a processo criminal devido o envolvimento em um assalto a uma agência dos Correios na cidade maranhense de Buriti Bravo. Condenado, o mesmo utilizava uma tornozeleira eletrônica e a retirou. Com isso passou a ser um foragido da justiça. Outro envolvido, Paulo Reis, tinha um mandado de prisão em aberto por roubo.
Somente em um extrato bancário, foram encontradas transações acima de R$ 11 mil com os empréstimos. Os valores da movimentação de dinheiro levantado pelo bando ainda está sendo apurado pela polícia.
Fonte: Cidadeverde.com