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segunda-feira, 3 de abril de 2017
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Nota de falecimento - Francisca Gomes de Sousa "Dona Chiquita"
Dona Chiquita com as duas bisnetas mais novas
É com muito pesar que informamos sobre a morte do nossa grande amiga, companheira e conselheira Francisca Gomes de Sousa. A sua morte nos pegou de surpresa e a levou de nós repentinamente. Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz, e que Deus dê conforto à sua família para que possam enfrentar esta imensurável dor com serenidade.
Agradecemos imensamente o tempo que pudemos conviver com ela, que será sempre lembrada pelo carinho, honestidade, lealdade, inteligência, competência e sensibilidade para lidar com as adversidades e conflitos humanos. Devemos sempre lembrar que Deus quer ao seu lado os melhores, e com certeza a dona Chiquita já está ao lado do Senhor cumprindo uma nova missão.
Deixamos os nossos mais sinceros pêsames aos familiares e amigos.
domingo, 11 de dezembro de 2016
NOTA DE PESAR
Junior recebendo o carinho da mãe - Foto: Arquivo pessoal
É com todo pesar que vimos trazer a triste notícia do falecimento de nosso querido amigo Carlos Eduardo Júnior, filho da vereadora Neta Castelo Branco. Ele parte deixando-nos muitas lições de alegria, amor, amizade, profissionalismo, ética e humanidade.
As pessoas são insubstituíveis em sua existência, e quando são especiais, além da falta que fazem àqueles que as amam, deixam o mundo mais pobre. Sem o nosso amigo, o mundo perde um pouco do seu brilho, alegria e cor.
Não temos palavras para expressar os nossos sentimentos. Pedimos a Deus que conforte o coração dos familiares e amigos neste momento de dor. Que a luz e o amor divino pairem sobre a alma de quem sofre esta imensurável perda, e os console e lhes dê serenidade para atravessar esta tempestade.
A Deus pedimos também que dê ao nosso amigo o merecido repouso eterno em seu reino. Muito respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames
A redação do SIM NOTICIAS, em nome da imprensa local que sempre recebeu carinho e respeito de Junior e sua família.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Empresário João Maria, Dono da boate Trilhus morre em Parnaíba
Foto divulgação/google imagens
Faleceu nesta madrugada de terça-feira(1º), o empresário dono da casa de Shows Trilhus, João Maria Bastos Correia Filho, 62 anos. Seu corpo está sendo velado no salão nobre de uma funerária no centro da cidade. O sepultamento está previsto para às 16hs no cemitério Igualdade, centro de Parnaíba.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Morre o jogador Carlos Alberto Torres, capitão da seleção de 70
A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas. Nem Pelé escapava, e foram muitas as vezes em que precisou até baixar a cabeça. E foi esse grande capitão que o futebol brasileiro e o mundo perderam nesta terça-feira, aos 72 anos. Morreu no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV.. Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet.
Seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, ele sempre desfilou pelos gramados uma classe com a bola nos pés em que não ficava para trás nem para um astro do nível de Franz Beckenbauer. Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos tiveram em campo a sua classe. Era reverenciado no mundo todo pelo seu passado. Depois, como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, a Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e o Campeonato Carioca pelo Fluminense, em 1984.
Como jogador, Carlos Alberto conquistou uma penca de títulos. No Fluminense, clube de coração. onde começou a carreira, conquistou o Carioca em 1964, quando estourou, e depois no seu retorno, em 1975 e 1976, com a famosa máquina montada pelo presidente eterno Francisco Horta. No Santos de Pelé, onde chegou em 1965, ainda garoto, e viveu o auge e atuou ao lado de craques como o próprio Rei doi Futebo, Edu e Clodoaldo, companheiros de tricampeonato mundial, ganhou a Taça Brasil em 1965 e 1968, o Torneio Rio-São Paulo em 1966, a Recopa Sul-Americana em 1968 e muitos campeonatos paulistas - 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973.
Em sua breve passagem pelo Botafogo em 1971, emprestado pelo Santos, Carlos Alberto Torres não conquistou títulos mas teve também presença marcante, atuando ao lado de craques como Jairzinho, Paulo Cezar Caju e outros. Depois, voltou ao Peixe, até retornar ao Fluminense, onde viveu outro grande momento em sua carreira, com a Máquina de Rivellino, Paulo Cezar, Pintinho & Cia.
Saiu da Máquina em 1977 para atuar no Flamengo de Zico, onde também passou em branco mas viu começar ali aquele que seria a maior equipe rubro-negra da história. Depois, reviu Zico, Junior, Leandro e Adílio quando os comandou na conquista do Brasileiro de 1983.
O pouco tempo no Flamengo como jogador teve explicação. O New York Cosmos o queria. Já como zagueiro, Carlos Alberto foi para a equipe americana recém-montada para atuar com supercraques. O Cosmos ficou conhecido por reunir uma verdadeira seleção mundial, de Pelé a Franz Beckenbauer. E o Capita, por lá, foi campeão por quatro temporadas - 1977, 1978, 1980 e 1982. Levantar taça era com ele mesmo.
E quando levantou a Jules Rimet, a maior que conquistou, no tricampeonato de 1970, Carlos Alberto eternizou não só o gesto, mas também uma geração fora de série. Zagallo sempre dizia que fora de campo era o comandante, mas, no gramado, era o seu capitão o porta-voz. O gol marcado pelo lateral-direito, o último na goleada por 4 a 1 sobre a Itália, sintetizou o que o então camisa 4 e toda aquela Seleção tinham de melhor. A jogada, que iniciou da intermediária com série de dribles de Clodoaldo, foi de pé em pé até Pelé dar um simples toque para o lateral, que vinha de trás. A bola ainda deu uma pequena subida antes de o jogador desferir o potente chute que estufou a rede.
Carlos Alberto era um jogador moderno no seu tempo. Tinha forte poder de marcação, a ponto de poder ter atuado, já como veterano, na zaga. Era também dono de uma rara habilidade e tinha fôlego e capacidade para subir ao ataque como elemento surpresa.
Fonte: G1.COM
terça-feira, 26 de julho de 2016
Morre aos 91 anos o professor Gilberto Escórcio, ex-diretor da Caixeiral
Faleceu na manhã desta terça-feira(26), em Parnaíba, o professor Gilberto Escórcio Duarte, aos 91 anos. Professor Gilberto estava na Unidade de Terapia Intensiva-UTI do Hospital Marques Bastos. O velório está ocorrendo na Pax União.
Apresentamos nossas condolências e votos de pesar a todos os familiares, amigos e admiradores deste grande homem.
Quem foi Gilberto Escórcio Duarte
Ele nasceu no dia 07 de setembro de 1924, no município de Buriti dos Lopes, onde passou sua infância e parte da juventude. De família tradicional, é filho do estimado casal Miguel Pascoal Duarte e Francilina Escórcio Duarte, pais que sempre o ensinaram a valorizar e apreciar os ensinamentos e importância dos estudos e o real valor da família.Teve educação tradicional rígida e respeitosa em seus valores e disciplina típica das primeiras décadas do século XX, com foco principalmente na leitura e nos cálculos.
Ainda durante sua juventude o veio morar em Parnaíba, para estudar, onde passou a residir em uma casa de sobrado, situada na Avenida Presidente Vargas, de propriedade de seu tio José Pascoal Duarte e posteriormente com suas tias Maria Duarte e Benedita Duarte.
Começou estudando na União Caixeiral, logo no primeiro dia de sua estada na cidade de Parnaíba, vindo a se formar em 1948 no curso de Contabilidade. Ainda como aluno começou a trabalhar inicialmente no Ginásio Parnaibano como auxiliar de secretaria, onde teve sua primeira experiência profissional, bem como foi onde veio a conhecer e posteriormente casar-se com Joana Eneida Nóbrega Duarte.
Passado algum tempo Sr. Gilberto começou a trabalhar na União Caixeiral, iniciando como bedel, cargo que tinha como função manter a ordem e disciplina dos discentes daquela instituição de ensino.
Logo depois de formado de formado, tornou-se professor, nessa época assumiu o cargo de funcionário do setor e contabilidade da Prefeitura Municipal de Parnaíba, continuando na União Caixeiral como secretário e professor de estatística do curso de Contabilidade.
Foram quase 70 anos de atuação intima com o prédio e com a escola, além de prestar serviços à sociedade parnaibana.
Sr. Gilberto construiu aqui, na cidade que o acolheu de braços abertos, laços indestrutíveis tanto de amizade quanto familiares, sendo sempre um amigo leal, sincero e extremamente dedicado à seus filhos e esposa.
Edição: Jornal da Parnaíba
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