Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de março de 2018

Professores aceitam proposta do governo e encerram greve

Os trabalhadores em educação do Piauí decidiram acabar a greve iniciada há 17 dias após acordo com o governo do estado. A categoria aceitou a proposta de reajuste único de 6,81% a partir de maio ao invés da incorporação da metade desse valor via ticket alimentação.
A assembleia ocorreu no Clube dos Professores. A determinação é que as aulas em todas as escolas públicas estaduais reiniciem nesta terça-feira (13).
A proposta do governo foi apresentada na manhã desta segunda-feira no Tribunal de Justiça do Piauí, onde a discussão foi mediada com a presença de membros da OAB e Ministério Público Estadual.
O secretário Estadual de Administração, Franzé Silva, ressaltou o avanço na negociação. "Foi acordado um reajuste de 6,81% agora em maio se o Estado sair da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). O governador cancelou vários investimentos na Secretaria de Educação para puxar o reajuste que seria em setembro para maio", informou Fanzé Silva.
Participaram da reunião o desembargador Joaquim Santana e o procurador geral do Estado, Plínio Clerton. 
O Estado divulgou comunicado que cumpre o Piso Nacional do Magistério, pagando R$ 2.836,93, já que o piso dos professores estipulado pelo Ministério da Educação para 2018, que é de R$ 2.455,35. A argumentação do governo era a impossibilidade de ser feito o reajuste por conta do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Carlson Pessoa vota a favor de reajuste dos professores e reforça seu compromisso com a educação de Parnaíba

Na sessão ordinária desta quarta-feira (15/02) o Vereador Carlson Pessoa (PPS) votou a favor do projeto 4.179/2017 que concede reajuste ao vencimento básico aos professores da rede municipal de ensino 7,64% ativos e inativos. Carlson parabenizou a categoria representada pelo Sindicato dos Trabalhados em Educação – SINTE. O vereador também parabenizou o prefeito Mão Santa que fez cumprir o piso salarial dos professores.
“O prefeito Mão Santa está de parabéns, ele se mostrou sensível e acabou com a celeuma deixa pelo governo passado e já tenho uma informação extraoficial que ele pretende pagar os professores a partir do dia 22 de fevereiro. No passado os professores sofreram muito porque a gestão anterior tratava os professores com desrespeito” disse o líder do governo.
Pelo cronograma da Prefeitura, os professores devem receber seus salários reajustados já com o salário em fevereiro e o pagamento deve ser normalizado em março. O vereador Carlson se solidarizou com os professores da Rede Estadual de ensino que também sofre com o descaso da gestão petista, o Governo do Estado quer parcelar o reajuste e os professores ameaçam entrar em greve. 
“Quero também me solidarizar com os professores da Rede Estadual de ensino, é uma falta de respeito o Governo do Estado tentar parcelar um direito garantido por lei. Aqui em Parnaíba o nosso prefeito mostrou sensibilidade e visão de futuro, pois a educação merece e precisa ser valorizada” finalizou o edil.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Em Parnaíba Professores reclamam de atraso nos salários e de passarem feriadão sem dinheiro

Os professores celetistas mais uma vez estão com seus salários atrasados. Os pais de famílias recorrem a imprensa por não saberem mais a quem recorrer. Durante a gestão Florentino Neto (PT), por diversas vezes os professores foram as redes sociais e aos portais de notícias buscar respostas do gestor.

No último debate entre candidatos na TV Meio Norte em Teresina; o atual prefeito de Parnaíba disse que a prefeitura não tinha professores em atraso depois de ser questionado por Gerivaldo Benício, porém o gestor não apresentou documentos para desmentir os vários professores que ficaram como mentirosos, não tendo como rebater a versão do prefeito.
Em março chegou a nossa redação a seguinte informação:


No fim de agosto o atraso continua, segundo os próprios professores:

Muitos estão endividados e não podem dar o conforto que a família merece, como por exemplo um passeio no feriado, nem que seja para tomar um sorvete olhando os desfiles de 7 de Setembro.
Edição: Blog do Pessoa

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Professores entram na justiça para cobrar salário atrasado da Prefeitura de Luís Correia


Os professores da rede municipal de Luís Correia estão com o salário do mês de julho atrasado e pelo o que se parece o mês de agosto deve ter o mesmo destino. Com medo dessa possibilidade os profissionais acionaram a justiça cobrando a Prefeita Adriane Prado (PP) para que os mesmos possam ter seus direitos assegurados. 

Segundo a denúncia dos professores a prefeitura deve o mês de julho, eles argumentam que são enganados desde o dia primeiro de agosto. Vendo a falta de compromisso da gestão municipal com classe, os professores estiveram em grande quantidade no fórum da cidade para participar de uma audiência no intuito de resolver o problema. 
Representando a Prefeita da cidade Adriane Prado, esteve a Secretaria de Educação Jalma Guimarães que junto com o promotor de justiça, procurador do ministério público, representantes sindicais e um juiz determinaram um acordo para que os professores sejam atendidos em suas reivindicações. Foram três horas de negociações, durante a audiência professores pediram respeito a Prefeito Adriane Prado, também cobraram pagamentos em dia.
"Nunca na história a educação foi tão massacrada como nesta gestão", afirmou um professor. Durante a audiência ficou acertado que a Prefeita Adriane Prado pague o mês de julho no dia 17/08 e manter o pagamento em dia na data 10 de cada mês, o acordo foi assinado através de um termo de compromisso, entre Ministério Público, Prefeitura de Luís Correia e Sindicato representando a classe de educadores.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Profissionais da educação reclamam do não cumprimento de acordo firmado com a Prefeitura

Aprovado na Câmara dos Vereadores após forte pressão dos profissionais municipais de educação, o pagamento do retroativo dos professores efetivos até agora não foi depositado e a classe continua sem definição de quando o depósito será feito. A votação aprovou ainda o aumento do piso do Fundeb, sendo que o pagamento do mesmo seria feito de forma parcelada. “Faz dois meses que o Sinte de Parnaíba diz que o RH está fazendo o levantamento do retroativo dos professores efetivos, mas até agora continuamos sem definição nenhuma de quando será pago”, cobra uma educadora.
Fonte: Blog do Pessoa

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Professores cobram salários atrasados ao prefeito Florentino do PT


Pelas redes sociais, professores celetistas do município de Parnaíba voltaram a cobrar do prefeito Florentino Neto (PT), o pagamento dos seus salários atrasados. Em uma publicação, uma docente faz referência a não valorização da classe profissional.

“Mais um mês temos que cobrar o prefeito Florentino para que o mesmo pague o nosso salário. Todo trabalhador é digno de seu salário! Se quiser me pagar já pode!”, protesta a servidora.

A situação tem se repetido mês após mês, sendo que alguns contratados estão com mais de um mês de salário atrasado.
Por Luzia Paula | Edição: Jornal da Parnaíba

terça-feira, 26 de abril de 2016

Greve da UESPI completa uma semana e governo ameaça corte de ponto

O governador afirmou este fim de semana que pode haver corte de pontos dos professores e técnicos da Universidade Estadual do Piauí, que completa nesta segunda-feira (25), uma semana. Eles pedem a revogação da lei de enquadramento que foi apresentada na Assembleia Legislativa além de outras reivindicações. Já alunos que estão sem aula, comparecem a Universidade para apoiar os professores.

"Estamos do lado dos professores, sabemos a causa pela qual eles estão lutando e somos totalmente favoráveis", diz o estudante Yago Vieira.

O movimento teve início após o Governo do Estado enviar para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que colocaria professores e servidores da instituição na lei do enquadramento, que trata da organização do quadro de pessoal dos órgãos e entidades ligadas ao governo. Mas por ser alertado que a Uespi já possui leis próprias que garantem os direitos dos próprios servidores o Governo reconheceu o erro e disse que a lei será aplicada, mas mesmo assim a greve está mantida.

De acordo com o Sindicato dos Docentes da Uespi, outras questões precisam ser resolvidas como as promoções e progressões da categoria. "Nós reivindicamos a implementação imediata das progressões e promoções e que envolve professores e técnicos que vale dizer que essa medida não é realizada desde agosto. Reivindicamos também a atualização de pagamentos, no caso, pagamentos de bolsas de estudantes e pagamentos de diários de motoristas", explicou Lina Santana, presidente da Associação dos Docentes da Uespi.

Quanto ao corte de ponto dos professores e servidores técnicos a diretora do sindicato diz que não foi informada e a diretora do sindicato diz que a greve está mantida pelo menos até a próxima quinta-feira. "Faremos outra assembleia na quinta-feira e a nossa pauta não será que acabe a greve", pontuou.
Fonte: CidadeVerde

terça-feira, 19 de abril de 2016

Professores da Uespi deflagram greve geral por tem indeterminado

Após uma semana em estado de greve, os professores da Universidade Estadual do Piauí deflagraram no início da tarde desta segunda-feira (18) uma paralisação por tempo indeterminado de toda a categoria e de servidores administrativos em todos os campi da Uespi do Piauí.

A categoria deliberou sobre a greve após assembleia pela falta de respostas do governo apór a promessa de retirar a Uespi da lei que autoriza milhares de demissões de vários órgãos do Governo Do Estado.

"Já temos alguns campi no interior, como Oeiras, onde já estávamos totalmente em grava desde ontem. Prometeram a retirada da Uespi da lei, mas ela não passou em nenhuma comissão e até agora não temos nenhuma segurança que a Uespe esteja fora disso. O que nós queremos é que a Uespi esteja fora disso", explicou Lina Santana, presidente da Associação dos Docentes da Uespi.

Além desta reivindicação a categoria também reclama concurso público para a abertura de novas vagas, promoções e progressões que os professores estão sem receber desde agosto e uma lei que regularize a situação dos técnicos administratitivos. Segundo a presidentre, a questão salarial não foi incluída no bojo da greve.

Nesta terça-feira (19) a categoria se reúne com a comissão de Justiça da Assembleia Legislativa para saber qual será o posicionamento legal sobre o assunto. Segundo Lina, o governador ainda não se posicionou soubre a greve. Até o acordo os alunos da instituição permanecem sem aulas.

Uespi
A administração superior da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) informa que até o presente momento não foi notificada pela Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP) e Sindicato dos Trabalhadores da UESPI sobre os encaminhamentos que motivam a greve de professores e técnicos administrativos. Na manhã desta segunda-feira (18), as duas categorias estiveram reunidas em Assembleia com professores, técnicos administrativos e alunos dos campi de Teresina, Campo Maior, Floriano, Oeiras e Picos.
Fonte: Cidadeverde.com

quinta-feira, 17 de março de 2016

Trabalhadores em educação apresentam contraproposta ao governo

Sob muita chuva, os trabalhadores em educação reunidos em assembleia geral dia 15/03 na Praça da Bandeira, decidiram continuar com o movimento grevista e retornar a negociação com o Governo do Estado, e elaboraram a seguinte contraproposta:
Pagamento do Magistério: Pagamento do reajuste da lei do piso de 11,36% em duas parcelas sendo 6% em março retroativa a janeiro e a segunda parcela de 5,36% a ser paga nno mês de julho.

Para os Administrativos:
Técnicos de Nível Médio e Superior: Concorda com a proposta do governo de parcelamento em duas vezes da tala da lei nº 6.560/2014, sendo 1/3 (um terço) retroativo a janeiro de 2016 e o restante, ou seja, 2/3 (dois terços) no mês janeiro de 2017 reajustado.
Administrativos de Nível Operacional: Que o governo pague os 4% (quatro por cento) para todos os operacionais de serviço; e sancione a lei de reenquadramento, pois esses servidores já foram reenquadrados.
Data base: a data base para todos os trabalhadores em educação do Estado do Piauí será o mês de janeiro.

Nova assembleia geral da categoria acontecerá segunda-feira (21/03), a partir das 9h no Auditório Mestre Dezinho, na Central de Artesanato, localizado na Praça Pedro II, centro de Teresina.ASSEMBLEIA
Fonte: B.Silva

terça-feira, 15 de março de 2016

Greve dos Professores completa um mês sem previsão de acordo com o Governo do Estado

Os trabalhadores em Educação no Estado do Piauí continuam em greve. Iniciada no dia 15 de fevereiro deste ano, o movimento grevista completa um mês nesta terça-feira (15) sem previsão de acordo com o Governo do Estado. Nesta segunda (14), a categoria participou de uma audiência no Tribunal de Justiça, mediada pelo desembargador Francisco Paes Landim. 

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sinte-PI), Odeni da Silva, as propostas tanto do Governo como do Tribunal de Justiça não foram aceitas e, por isso, a greve continua. 

Ela destacou que o desembargador Paes Landim citou a proposta de pagamento do reajuste salarial de 11,38% dividida em duas parcelas: uma em março com retroativo e outra em setembro. Já o Governo ofereceu pagamento em três parcelas divididas em março com retroativo a janeiro, agosto e novembro. A categoria quer o reajuste total em uma única parcela. Pela proposta da Justiça o parcelamento seria, respectivamente, de 5 e 6,36%. Com relação a nova proposta os 11,36 ficariam divididos em 4,5, 2,5 e 4,36%. 

Estivem presentes na reunião representantes do Ministério Público, da Secretaria Estadual de Administração, Secretaria Estadual de Fazenda, Secretaria Estadual de Educação, Ordem dos Advogados do Brasil – secção Piauí, Controladoria Geral do Estado, Secretaria de Governo e Procuradoria Geral do Estado. A categoria saiu em passeada do Tribunal de Justiça ao Palácio do Karnak. “Fizemos essa passeada para mais uma vez protestar esse descaso do Governo com os professores”, acrescentou a professora. 
Assembleia 
Uma assembleia será na terça-feira (15) no Teatro de Arena, localizado na Praça da Bandeira, no Centro de Teresina, a partir das 9 horas.
Fonte: CidadeVerde

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Professores e Governo buscam acordo para finalizar greve

Professores e Governo do Estado se reúnem novamente para tentar um acordo que coloque fim a greve da categoria que já dura 11 dias. O acordo para que uma nova negociação nesta quinta-feira, sexta-feira e final de semana – para chegar na segunda-feira com uma proposta aceitável – foi firmado hoje pelo secretário de Administração, Franzé Silva e o diretor do Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Piauí), Cássio Lages.
Segundo o secretário Franzé Silva, os outros estados estão fazendo esforço para aplicar os 11,36% no reajuste e chega ao piso de R$ 2.135,00 e no Piauí já o salário já está acima do piso com R$ 2.221,00. O percentual de 11,36% sendo pago em cinco parcelas bimestrais , mas a proposta foi modificada para uma aplicação em três parcelas bimestrais, o Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Piauí) não concorda com o prazo estipulado pelo Governo do Estado para pagar o reajuste.
“Em momento algum o Estado paga acima do valor do piso. Nada pode ser incorporado ao salário ao vencimento para justificar o reajuste do piso salarial, foi uma lei aprovada pelo do Supremo e o Governo do Piauí desde 2013 incorporou a regência para alcançar o piso e há decisão do Tribunal de Justiça do Piauí contrária a ação do Governo”, afirma o diretor do Sinte.
A última proposta do Governo previa a divisão do reajuste em três parcelas janeiro 4,5 % , agosto 2,5 % e novembro 4,36%. “Imagine você recebendo R$ 230 em parcelas, que efeito isso terra no salário”, questiona o diretor do Sinte. Os professores querem que o reajuste seja linear e retroativo a janeiro.
Fonte: BlogdoB.Silva

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Sem acordo sobre piso Sinte ameaça greve e governador faz apelo aos professores

O início do ano letivo de 2016, que está marcado para o proximo dia 15 de fevereiro está ameaçado por uma greve dos professores. Tudo porque o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Piauí e o Governo do Estado não chegaram a um acordo sobre o pagamento do aumento no piso dos professores. O governador Wellington Dias, sua equipe econômica e a secretária de Educação receberam a diretoria do Sinte para uma reunião, que tratou do reajuste, nesta quinta-feira no Palácio de Karnak.

Segundo a presidente do SInte Odeni de Jesus, a proposta do governo em parcelar o reajuste de 11,36% não será aceito pela categoria. "O Governo propos pagar o reajuste em três parcelas, janeiro, agosto e dezembro e isso a categorai não aceita", afirmou a presidente do Sinte. Ela lembrou que ano passado o governo pagou o reajuste de 13% no piso dos professores de um vez só. "Outra coisa todos os anos o Governo sabe da lei que reajusta o piso em janeiro e o Estado recebe um reajuste no custo aluno para pagar o aumento para o professor", disse a presidente do Sinte. Por causa do impasse foi marcado para segunda-feira 15 de fevereiro uma assembleia dos professores. Sinte também quer o Governo do Estado cumpra a lei que trata da carreira do servidores administrativos da Educação. Com o reajuste o piso, que é o salario minimo do professor 40 horas no Estado, vai para R$ 2.135,00. A decisão do Sinte vai acontecer em uma assembleia no Teatro de Areana na manhã da segunda-feira 15 de fevereiro.

O governador Wellington Dias após reunião fez um apelo para que os professores não façam greve, "pensem nos alunos", disse. Dias afirmou que o Estado está cancelando investimentos para pagar o reajuste dos professores deste ano. Ele garantiu que vai pagar o aumento e até o fim da semana vai estudar e apresentar junto com a equipe econômica uma proposta para os professores e trabalhadores administrativos da educação. "Faço questão de me dirigir a professores, professoras e trabalhadores e trabalhadoras em educação, estamos tratando sobre a lei dos administrativos (plano de carreira aprovado na Assembleia) e como melhorar a implantação em relação aos rejuste dos professores para 2016, faço o apelo para evitar a greve, para não prejudicar os alunos". Até domingo o Governo ficou de encaminhar uma proposta ao Sinte.
Fonte: CidadeVerde

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Professores da rede estadual anunciam greve para dia 15 de fevereiro.

Representantes de 16 sindicatos de trabalhadores em educação de todo o país participam dia 15 de fevereiro, de um ato nacional e primeiro dia de greve geral na educação. O evento acontece às 09 horas, no teatro de Arena, no centro de Teresina. De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Piauí – Sinte, Odeni Silva, professores vão protestar contra a intenção do Governo em escalonar o reajuste de 11,36%, entre outras pautas de interesse dos trabalhadores.

“A pauta é simples. Queremos que o Governo conceda aumento de 11,36% retroativo a janeiro, reajuste dos técnicos administrativos em escolas e também contra a militarização das escolas pública”, diz Odeni Silva. Após o ato a ser realizado no centro de Teresina, os professores vão realizar uma caminhada em direção ao Palácio de Karnak.

A proposta do Governo é conceder o aumento de 11,36% dividido em cinco vezes. 2,27% seriam implantados nos salários de janeiro, maio e setembro de 2016 e janeiro e maio de 2017. O secretário de Administração do Piauí, Franzé Silva, explicou que a proposta do Governo é devida principalmente a dois pontos. “Temos a questão do fluxo de caixa. Passamos 2015 no limite, com planejamento. A situação ainda não mudou. Além disso, temos os gastos com pessoal que não podem ser elevados para não ultrapassar os limites de responsabilidade fiscal, o que prejudica muito o Estado”, diz Franzé Silva, secretário de Administração.

Enquanto o impasse não é resolvido, estudantes da rede pública estadual devem ser prejudicados com a falta de aulas, devido à greve dos professores. 
Fonte: Jornal O Dia

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

NUCEPE e Prefeitura de Parnaíba comunicam processo seletivo para contratação de professor da educação básica

A Prefeitura de Parnaíba e o Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos da Universidade Estadual do Piauí – NUCEPE-UESPI comunicam a abertura das inscrições para o Processo Seletivo Simplificado que visa à contratação de professor, para Educação Básica no Município de Parnaíba – PI, com validade de 01 (um) ano, contado da data de homologação do Resultado Final, podendo ser prorrogado por igual período, uma única vez a critério da Administração Pública.
A remuneração será de R$ 850,00 para uma jornada de trabalho semanal de 20 horas. O valor da taxa de inscrição é de R$ 60,00 (sessenta reais), devendo ser recolhida junto ao Banco do Brasil ou nos seus correspondentes bancários.
O período de inscrição vai entre às 12h do dia 17.11.2015 e as 18h do dia 25.11.2015 (horário do Piauí), somente via internet, neste endereço eletrônico. A prova será aplicada no dia 13.12.2015 na cidade de Parnaíba, no horário de 9h às 12h (horário do Piauí).
Mais informações sobre o quadro de vagas e cronograma aqui.
Fonte: Assessoria de Comunicação – UESPI

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

UFPI abre concurso público para professores no Campus Parnaíba

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) realiza novo concurso público com seis vagas para Parnaíba. Os aprovados deverão atuar no Campus Ministro Reis Veloso (CMRV). As áreas disponibilizadas são: Administração (1); Biomedicina (1); Fisioterapia (1); Anatomia do Tórax e do Abdômen (1); Matemática (1); Psicologia (1).

O salário básico pode chegar a R$ 4.014,00 e é composto por retribuição por titulação no valor que varia de R$ 155,08 a R$ 4.625,50. As inscrições devem ser feitas no Protocolo Geral da UFPI, localizado no bloco SG-7 do Campus Ministro Petrônio Portella, no Bairro Ininga, em Teresina – PI, até o dia 11 de novembro. Já a taxa custa de R$ 63,00 a R$ 215,00 e deve ser paga por meio da GRU.

A classificação dos profissionais será feita em três etapas, que consistem de Provas Escrita, Didática e de Títulos previstas para serem aplicadas em Teresina – PI.

O prazo de validade do concurso será de um ano, contado a partir da data da publicação da homologação do resultado final. Em nosso site é possível conferir mais informações no extrato de edital de abertura.
Fonte:PortalAZ