Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de maio de 2018

Seleção brasileira deixa o país e viaja rumo a Londres

A Seleção deu adeus ao Brasil na tarde deste domingo. A delegação, que vai a Copa da Rússia, embarcou rumo a Londres, onde o grupo fará a segunda parte da preparação para o Mundial, que começa no dia 14 de junho. O pontapé inicial aconteceu na Granja Comary, em Teresópolis.
Após folgarem no último sábado, os jogadores se apresentaram no início da tarde deste domingo na sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Após almoçar no local, visitar o museu da entidade e atender a imprensa (foram seis jogadores, incluindo Neymar) o grupo se deslocou para o Aeroporto do Galeão.
No momento em que o avião, que foi fretado, taxiava na pista, uma homenagem: jatos de água nas cores verde e amarela "davam" boa sorte para a Seleção, que tentará o hexacampeonato mundial na Rússia. A previsão de chegada é nesta segunda-feira, quando os jogadores, inclusive, fazem o primeiro treino no CT do Tottenham. 
Fonte: Lance! | Edição: SIM NOTICIAS

segunda-feira, 12 de março de 2018

Tite convoca seleção brasileira para amistosos com Rússia e Alemanha; veja a lista

Nesta segunda-feira, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no Rio de Janeiro, Tite divulgou publicamente sua última convocação antes de anunciar a lista de 23 atletas que irão compor o elenco na disputa da Copa do Mundo da Rússia, onde a Seleção busca o hexacampeonato Mundial. Os próximos compromissos serão em amistosos diante de Rússia e Alemanha, programados para os dias 23 e 27 de março.
Tite confirmou os rumores e convocou mais do que os 23 jogadores de costume. Como tem apenas estes dois amistosos para realizar testes antes da convocação final para o Mundial, o treinador optou por manter sua ideia de dar oportunidade para a maioria dos jogadores em boa fase e em condições de representar a Seleção na Rússia. Por isso, Neto, Talisca e Willian José, além de Geromel, foram algumas das novidades.
A convocação realizada por Tite nesta segunda-feira estava programada, inicialmente, para o dia 2 de março, mas acabou sendo adiada para que o departamento médico pudesse chegar a algumas conclusões quanto a jogadores que estavam lesionados ou em transição física para o campo. Eram os casos de Marcelo, Fernandinho, Gabriel Jesus e Neymar, mas apenas o atacante do PSG, como já era sabido, ficou de fora da lista.
O primeiro amistoso será realizado em Moscou, dia 23 de março, contra a Seleção da Rússia, anfitriã da Copa. Quatro dias depois (27), os comandados de Tite viajam para Berlim, onde enfrentam a Alemanha, no primeiro encontro entre as equipes nacionais desde o 7 a 1 no Mundial de 2014, que levou os europeus para a final da competição e, posteriormente, ao título diante da Argentina.
O Brasil inicia a disputa da Copa do Mundo no Grupo E ao lado de Costa Rica, Sérvia e Suíça, adversário da estreia no dia 17 de junho, em Rostov.

Goleiros:
Alisson, Roma
Ederson, Manchester City
Neto, Valencia
Laterais:
Daniel Alves, PSG
Geromel, Grêmio
Filipe Luís, Atlético de Madrid
Marcelo, Real Madrid
Zagueiros
Marquinhos, PSG
Miranda, Inter de Milão
Fagner, Corinthians
Rodrigo Caio, São Paulo
Thiago Silva, PSG
Meio campistas:
Casemiro, Real Madrid
Fernandinho, Manchester City
Fred, Shakhtar Donetsk
Paulinho, Barcelona
Philippe Coutinho, Barcelona
Renato Augusto, Beijing Guoan
Talisca, Besiktas
Willian, Chelsea
Atacantes:
Douglas Costa, Juventus
Firmino, Liverpool
Gabriel Jesus, Manchester City
Taison, Shakhtar Donetsk
Willian José, Real Sociedad
Fonte: Gazeta Esportiva | Ediçao: SIM NOTICIAS

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Senado aprova PEC que viabiliza prática da vaquejada no Brasil

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (14), em primeiro e em segundo turnos, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) apresentada por Otto Alencar (PSD-BA) que viabiliza a prática da vaquejada - entenda mais abaixo a polêmica em torno do assunto.
Com a aprovação, o texto segue para análise da Câmara, onde também deverá ser analisado em dois turnos. Para ser promulgada, a PEC precisará do apoio de, pelo menos, três quintos dos deputados (308 dos 513).
A PEC estabelece que "não são cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais".

Entenda a polêmica

Em outubro do ano passado, o STF derrubou uma lei do Ceará que regulamentava esse tipo de prática por entender que a atividade impõe sofrimento aos animais e fere os princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.
Na vaquejada, um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros, montados em cavalos, tentam derrubar o animal pelo rabo.
Diante da decisão do Supremo, o Congresso aprovou, um mês depois, uma lei que tornou a vaquejada manifestação cultural nacional e patrimônio cultural imaterial. Ainda em novembro de 2016, o presidente Michel Temer sancionou a lei.
Portanto, se o Senado e a Câmara aprovarem a PEC, levando-a à promulgação, a vaquejada e o rodeio estarão assegurados pela Constituição.
Os argumentos

Os defensores da PEC aprovada em primeiro turno nesta terça, entre os quais o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), argumentam que a prática faz parte da cultura nordestina e movimenta R$ 600 milhões por ano, além de gerar 120 mil empregos diretos.
"No caso do rodeio e da vaquejada, manifesta-se a cultura do local, por meio das habilidades demonstradas pelo peão, das vestimentas utilizadas, da narração do evento, da música, das comidas e bebidas típicas e busca-se, cada vez mais, preservar a integridade dos animais", defendeu o relator da proposta, José Maranhão (PMDB-PB).

"Precisamos derrubar algo que é muito pior do que derrubar um boi. Precisamos derrubar o preconceito contra a cultura nordestina", acrescentou Roberto Muniz (PP-BA).

Por outro lado, senadores contrários ao texto, como a líder do PT, Gleisi Hoffmann (PR), dizem que a vaquejada é cruel aos animais.
"Se aprovarmos essa proposta, a Constituição vai dizer que manifestações culturais não causam dor aos animais, ainda que causem [...] Não é verdade que a vaquejada não causa nenhum prejuízo ao animal, causa problema de medula, nas articulações, arrancamento de rabo", disse a senadora. "Por que temos que nos divertir com a dor dos animais?", completou.
"É preciso distinguir o que é manifestação cultural e o que é prática reiterada de maus tratos a animais", declarou Randolfe Rodrigues (Rede-AP), contrário à proposta.
O texto aprovado em primeiro turno nesta terça também diz que as manifestações culturais envolvendo animais "devem ser regulamentadas em lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos".
Fonte: G1 | Edição: SIM NOTICIAS

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Bernardinho deixa comando da seleção brasileira de vôlei

Depois de 16 anos no comando da seleção brasileira masculina de vôlei conquistando os principais títulos mundiais, Bernardo Resende, o Bernardinho, decidiu partir para novos desafios. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) convocou uma entrevista coletiva na tarde desta quarta feira para anunciar sua saída. Renan Dal Zotto é o novo técnico.

- Quando recebi o convite, tive que ligar para o Bernardo. Além de ser uma referência técnica, ele é um amigo. E só aceitei porque o Bernardo disse que participaria desse processo - disse Renan.

Bernardinho assumiu a seleção em 2001 após passagem pela seleção feminina, onde conquistou duas medalhas olímpicas de bronze, em Atlanta-1996 e Sydney-2000.
Comandando os homens, o treinador conquistou inúmeros troféus. Foram oito títulos de Liga Mundial, um tricampeonato mundial e duas medalhas de ouro olímpicas, em Atenas-2004 e Rio-2016, além de duas pratas em Pequim-2008 e Londres-2012. Com a seleção masculina, Bernardinho chegou a todas as finais olímpicas e mundiais que disputou.
Fonte: O Globo | Edição: SIM NOTICIAS

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Em menos de cem dias, Brasil perde presidentes da República, Câmara e Senado

Em menos de cem dias, o Brasil perdeu a presidente da República e os presidentes da Câmara e Senado. Tudo começou em 31 de agosto, quando o Senado Federal foi decidiu, por 61 votos a 20, a condenar Dilma Rousseff pelo crime de responsabilidade e retirar o seu mandato de presidente da República. A petista foi punida pela edição de três decretos de crédito suplementar, sem autorização legislativa, e por atrasos no repasse de subvenções do Plano Safra ao Banco do Brasil, em desacordo com leis orçamentárias e fiscais

Menos de duas semanas depois, em 12 de setembro, foi a vez de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato cassado sob a acusação de ter mentido ao afirmar que não possuía contas no exterior em depoimento na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras no ano passado. O então presidente da Câmara --que já estava afastado do cargo desde maio-- perdeu o mandato, o foro privilegiado e fica inelegível até 2027. Cunha ainda viria a ser preso no dia 19 de outubro, seis dias depois de se tornar réu na Operação Lava Jato.

E nesta segunda, 5 de dezembro, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello decidiu afastar o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. A decisão mantém o mandato do senador.

A decisão do ministro Marco Aurélio em atende a ação movida pelo partido Rede Sustentabilidade. O argumento é o de que o peemedebista não poderia permanecer na linha de substituição do presidente da República sendo réu em processo criminal.

"Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da lei, a esta decisão. Publiquem", diz decisão do ministro.

Linha sucessória
Na semana passada, o STF decidiu abrir processo e transformar Renan em réu pelo crime de peculato (desvio de dinheiro público). A decisão pelo afastamento é liminar, ou seja, foi concedida numa primeira análise do processo pelo ministro mas ainda precisa ser confirmada em julgamento pelos 11 ministros do Supremo. Ainda não há previsão de quando o processo será julgado em definitivo.

O mandato de Renan à frente da presidência terminaria em fevereiro mas, na prática, ele exerceria o comando do Senado apenas até o final deste mês, quando o Congresso deve entrar em recesso. O afastamento do senador pode causar instabilidade política para a aprovação de projetos importantes para o governo do presidente Michel Temer (PMDB).
Fonte: Uol  | Edição: SIM NOTICIAS

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Preso custa 13 vezes mais que estudante no Brasil, diz presidente do STF

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Cármen Lúcia, afirmou nesta quinta-feira, 10, que um preso custa 13 vezes mais do que um estudante no Brasil. A declaração foi feita durante o 4º Encontro do Pacto Integrador de Segurança Pública Interestadual e da 64ª Reunião do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), em Goiânia (GO).

“Um preso no Brasil custa R$ 2,4 mil por mês e um estudante do ensino médio custa R$ 2,2 mil por ano. Alguma coisa está errada na nossa Pátria amada”, afirmou.

“Darcy Ribeiro fez em 1982 uma conferência dizendo que, se os governadores não construíssem escolas, em 20 anos faltaria dinheiro para construir presídios. O fato se cumpriu. Estamos aqui reunidos diante de uma situação urgente, de um descaso feito lá atrás”, lembrou a ministra.
As informações foram divulgadas pelo CNJ. No evento, Cármen Lúcia afirmou que a violência no país exige mudanças estruturantes e o esforço conjunto de governos e da União.

“O crime não tem as teias do Estado, as exigências formais e por isso avança sempre. Por isso são necessárias mudanças estruturais. É necessária a união dos poderes executivos nacionais, dos poderes dos estados, e até mesmo dos municípios, para que possamos dar corpo a uma das maiores necessidades do cidadão, que é ter o direito de viver sem medo. Sem medo do outro, sem medo de andar na rua, sem medo de saber o que vai acontecer com seu filho”, disse.

Desde que assumiu a presidência do CNJ, a ministra tem visitado presídios para ver as condições das unidades. Até o momento, Rio Grande do Norte e Distrito Federal receberam visitas de surpresa, e a ideia é inspecionar todos os Estados.

“A cada nove minutos, uma pessoa é morta violentamente no Brasil. Nosso país registrou mais mortes em cinco anos do que a guerra da Síria. Estamos, conforme já disse o Supremo Tribunal Federal, em estado de coisas inconstitucionais. Eu falo que estamos em estado de guerra. Temos uma Constituição em vigor, instituição em funcionamento e cidadão reivindicando direitos. Precisamos superar vaidades de detentores de competências e, juntos, fazer alguma coisa”, declarou a ministra.

O encontro realizado em Goiânia teve a presença do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que apresentou o Plano Nacional de Segurança Pública. A ação tem como principais metas reduzir os homicídios e os casos de violência contra a mulher, além de racionalizar o sistema penitenciário e a proteção das fronteiras.
Fonte: Estadão

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Para 57% dos brasileiros, 'bandido bom é bandido morto'

Uma pesquisa nacional divulgada nesta quarta-feira aponta que 57% dos brasileiros concordam com a afirmação "bandido bom é bandido morto". Os números aparecem em levantamento do Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Um conjunto de 34% dos entrevistados discorda da frase. De acordo com a publicação, 6% não concordam e não discordam e outros 3% não sabem. 

Conforme o estudo, que ouviu 3.625 brasileiros com mais de 16 anos em 217 municípios de todo o país, a concordância com a frase predomina entre homens, com mais de 45 anos, com até Ensino Fundamental completo e com renda superior a 10 salários mínimos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

O estudo ainda constatou que 70% da população sente que as polícias cometem excessos de violência no exercício da função. O percentual sobe entre jovens com idade entre 16 e 24 anos, chegando a 75%. Mais da metade da população (53%) tem medo de ser vítima de violência por policiais civis e 59% temem ser agredidos por policiais militares. O índice também sobe entre os jovens – 60% têm medo da Polícia Civil e 67%, da Polícia Militar. 

Policial vítima 
A pesquisa revelou também que 64% dos brasileiros acreditam que os policiais são vítimas de criminosos. O anuário do FBSP aponta que, em 2015, 393 policiais foram assassinados 16 a menos do que no ano anterior.

Segundo o anuário, os policiais brasileiros morrem mais fora do horário de trabalho do que a serviço da corporação: foram 103 mortos durante o expediente (alta de 30,4% em relação a 2014) e 290 fora do serviço (queda de 12,1% em relação a 2014), geralmente em situações de reação a roubo. 

– O policial, muitas vezes, reage a um roubo sem estar protegido, não têm um colega do lado, ou está trabalhando em "bicos" – diz ele. 

Estrutura policial
A pesquisa mostra ainda que 63% dos brasileiros acreditam que os policiais não têm boas condições de trabalho. Para pouco mais da metade (52%), a Polícia Civil faz um bom trabalho esclarecendo crimes e 50% crê que a Polícia Militar garante a segurança da população.

– A sociedade brasileira reconhece a importância das policias, reconhece que elas são fundamentais para a manutenção da nossa democracia, mas os policias não estão tendo boas condições de trabalho, são caçados pelo crime. Mas também, a forma como eles atuam não satisfaz a população – avalia Renato. 

Plano nacional 
Em nota, o Ministério da Justiça e Cidadania comentou o levantamento do FBSP. A assessoria de comunicação social do ministério esclareceu que a proposta do futuro Plano Nacional de Segurança Pública define um "protocolo unificado de atuação e investigação nas hipóteses de mortes de policiais e mortes decorrentes de intervenção policial".
Fonte: Zero Hora  |  Edição: SIM NOTICIAS

terça-feira, 19 de julho de 2016

Justiça do Rio manda bloquear WhatsApp

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu que o WhatsApp seja bloqueado em todo o Brasil nesta terça-feira (19). As empresas de telefonia foram notificadas após o Facebook se recusar a cumprir uma decisão judicial para fornecer informações para uma investigação policial.

Não é a primeira vez que um tribunal decide pela suspensão do acesso ao aplicativo no Brasil. O bloqueio anterior ocorreu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal. O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.
Fonte: G1

terça-feira, 3 de maio de 2016

A MODA PEGOU: Juiz de SC determina que Facebook seja bloqueado por 24h no Brasil

O Juiz da 13ª Zona Eleitoral de Florianópolis, Luiz Felipe Siegert Schuch, ordenou que o Facebook no Brasil tenha seu acesso bloqueado por 24 horas por descumprimento de uma liminar divulgada no dia 26 de julho, que determinava a suspensão da página "Reage Praia Mole". Segundo informações da Agência Brasil, o Facebook apresentou um pedido de reconsideração da decisão. Ainda segundo a Agência, o caso deve ser decidido na próxima segunda-feira (13).

O vereador Dalmo Deusdedit Meneses (PP), candidato a reeleição em Florianópolis, pediu a suspensão ou exclusão da página pois houve, de acordo com o parlamentar, publicações de "material depreciativo" contra ele, feita de maneira anônima por um usuário, o que, segundo a legislação eleitoral, é proibido.

Além de deferir a liminar contra a comunidade virtual, o juiz eleitoral determinou a identificação das pessoas que a criaram no Facebook. Segundo o cartório da 13ª ZE, dois moradores de Florianópolis são responsáveis pela página.

Como a página não foi nem suspensa ou excluída pelo Facebook, fato entendido pelo Juiz como um descumprimento da ordem judicial, foi aplicada uma multa diária de R$50 mil reais, no período entre 1º e 9 de agosto. Além disso, o juiz pede que seja suspenso por 24h o acesso a todo o conteúdo informativo da rede social no Brasil, e o site deve trazer a informação de que está fora do ar por descumprir a legislação eleitoral. Se essa determinação não for atendida, o prazo de suspensão do Facebook no país será duplicado.

Procurado, o Facebook afirmou que "está em contato com a justiça eleitoral a respeito do assunto e tem procedimentos implementados para lidar com questões relacionadas com propaganda eleitoral.
Fonte: G1

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Dilma: "Se ganhar, vou propor pacto; se perder, sou carta fora do baralho"

Em conversa com um grupo de jornalistas, a presidente Dilma Rousseff disse estar confiante com uma vitória na Câmara contra o pedido de abertura de processo de impeachment e afirmou que, caso isso ocorra, vai propor um amplo pacto nacional com todas as forças políticas, inclusive da oposição. No entanto, admitiu que, se for derrotada, será " carta fora do baralho".

"Digo qual é o meu primeiro ato pós-votação na Câmara. A proposta de um pacto, de uma nova repactuação entre todas as forças políticas, sem vencidos e sem vencedores. Seja pós-Câmara, mas também pós-Senado, sobretudo. No pós-Senado é que isso será mais efetivo", discursou Dilma.

Às vésperas da votação na Câmara que vai selar seu destino político, a presidente recebeu jornalistas em seu gabinete no Palácio do Planalto para uma conversa sobre sua expectativa para os próximos dias que se estendeu por mais de duas horas, entre o final da manhã e o início da tarde desta quarta-feira (13).

Aparentando tranquilidade e, em vários momentos, bom humor, Dilma se mostrou confiante quanto ao resultado da votação, apesar das notícias negativas dos últimos dias, como a decisão do PP de desembarcar do governo.

A presidente garantiu que vai lutar até o fim pela manutenção do mandato e em todas as instâncias possíveis e descartou fazer como o ex-presidente Fernando Collor, que renunciou depois de ser derrotado na Câmara, em 1992, e pouco antes de começar a ser julgado pelo Senado, no final daquele ano.

"O governo vai lutar até o último minuto do último tempo por uma coisa que acreditamos que seja factível, que é ganhar contra esta tentativa de golpe que estão tentando colocar contra nós através de um relatório que é uma fraude", enfatizou a presidente.

Dilma comparou o atual momento político a uma guerra psicológica na qual os dois lados tentam usar os números a seu favor para influenciar os indecisos. "Nós, agora, nesta reta final, estamos sofrendo e vamos sofrer uma guerra psicológica que tem um objetivo que é construir uma situação de efeito dominó", ressaltou ela, minimizando a saída de então aliados do governo no atual momento. 

Durante a conversa, Dilma foi perguntada sobre o cenário em caso de derrota e também sobre seus planos para o futuro, se conseguir terminar o mandato: "Vou embora para a minha casa em Porto Alegre. Tenho direito à aposentadoria."
Fonte: IG

terça-feira, 12 de abril de 2016

Um país dividido

Por mais negativas que fossem as previsões, o governo não imaginava um placar como o de ontem. A derrota por onze votos na comissão que analisou o parecer para dar prosseguimento ao impeachment da Presidente Dilma acendeu a luz vermelha no Planalto. O grande temor é que os indecisos, ao perceberem a tendência de aprovação do processo, resolvam acompanhar a maioria para não se indispor com os eleitores.

O embate está sendo corpo a corpo, ou voto a voto. Afinal, o que está em jogo é um mandato presidencial. Além da concessão de cargos e verbas, o governo se articula para mobilizar os movimentos sociais como MST e UNE, a fim de engrossarem o discurso de que o impeachment é golpe. Mas fica difícil o PT usar esse argumento porque o partido foi um dos que estavam na linha de frente para aprovação do impeachment do então presidente Collor, hoje aliado do governo.

O PMDB, interessado em assumir a cadeira presidencial, já preparou até o discurso, e em uma derrapada política, divulgou nas redes sociais, o que reforçou a ideia de conspiração por parte de quem se elegeu na mesma chapa que a presidente. Tempos difíceis, em que aliados viram adversários e ninguém confia em ninguém.

As claques já estão se formando em Brasília, devidamente separadas por uma barreira física para evitar confrontos mais graves. Mas, a essa altura, o país já está completamente dividido entre os contra e os favoráveis. E essa divisão, infelizmente, vai além dos argumentos saudáveis de uma discussão civilizada. Entre acusações de “coxinhas” e “petralhas”, amigos e até parentes se desentendem porque a paixão política se sobrepôs à razão política. E os interessados no cargo presidencial utilizam muito bem as emoções que estão pulsando nas ruas para o proveito próprio. Bom mesmo seria se houvesse alguém cuja temperança e sabedoria estivessem acima do fogo das paixões e vaidades políticas para planejar um Brasil melhor, com estabilidade financeira, recuperação da confiança e desenvolvimento social.
Fonte: CidadeVerde

Em uma semana, país registra 98,7 mil novos casos de dengue, diz ministério

Em apenas uma semana -- de 27 de fevereiro a 5 de março -- o Brasil registrou 98.678 novos casos suspeitos de dengue. Segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (11), o Brasil teve 495.266 casos suspeitos de dengue desde o início do ano até 5 de março.

Comparado ao mesmo período do ano passado, esse número representa um aumento de 46,6%, situação alarmante, já que 2015 foi o ano que teve a maior epidemia de dengue da história do país. O pico de casos de dengue costuma ocorrer entre a 15ª e a 20ª semana do ano. Os dados divulgados pelo ministério são referentes ao período até a 9ª semana de 2016.

Minas Gerais é o estado com maior incidência de dengue até o momento: 596,6 casos a cada 100 mil habitantes, seguido por Mato Grosso do Sul (514,7 casos por 100 mil habitantes) e Tocantins (462,1 casos por 100 mil habitantes).

Apesar do aumento de número de casos em relação ao ano passado, o número de mortes foi menor, ainda segundo o boletim. Até 5 de março, 67 óbitos por dengue foram confirmados no país. No mesmo período do ano passado, havia 249 mortes confirmadas.

Quanto aos casos graves, foram 124 confirmados e 1.466 com sinais de alarme. No mesmo período do ano passado, havia 401 casos de dengue grave confirmados e 5.226 com sinais de alarme.

O número total de casos até a 9ª semana do ano já tinha sido adiantado pelo diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, durante evento no Instituto de Infectologia Emilio Ribas, em São Paulo, em março.

Na ocasião, Maierovitch manifestou preocupação com a frequência de grandes epidemias observada nos últimos anos. "No ano passado, tivemos a maior epidemia de dengue da nossa história. Nós tínhamos tido, antes desta, a maior epidemia em 2013. Temos ficado espantados com o aumento da frequência das grandes epidemias."

Ele acrescentou que, ao longo dos 30 anos em que a dengue é endêmica no Brasil, uma grande epidemia era, em geral, seguida por um período de maior tranquilidade, o que não vem acontecendo nesta década.
Fonte: G1.com

quarta-feira, 6 de abril de 2016

ZPE de Parnaíba será a primeira a funcionar no Brasil

As obras da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba estão em fase de conclusão e entra em funcionamento no mês de maio, sendo a primeira a operar no Brasil. Esse é considerado um dos projetos prioritários pelo governador Wellington Dias para ajudar a alavancar o desenvolvimento do Piauí.

A principal vantagem da ZPE de Parnaíba é a facilidade de exportar, onde todos os impostos já são liberados e o produtor industrial sai com a situação de desembaraço aduaneiro. Foram investidos cerca de 30 milhões em uma total de 313 hectares, totalmente estruturada com edificações, sistema viário, eletrificação industrial, redes de saneamento e abastecimento d’água e Estações de Tratamento D’água e de Tratamento de Esgotos.

De acordo com o presidente da ZPE, Paulo Cardoso, em pleno funcionamento serão gerados cerca de 3.000 empregos diretos e mais 8.000 no campo, na produção de matéria prima para a exportação. ” Dez projetos industriais já foram apresentados por indústrias exportadoras, três deles estão aprovados pelo Conselho das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), sendo que um deles já está implantado, que é a Indústria Agrocera, que beneficiará e exportará cera de carnaúba, com perspectiva de funcionamento neste semestre”, explica Paulo Cardoso.

O alfandegamento já foi solicitado e todas as vistorias feitas. As correções apontadas estão sendo executadas. Paulo Cardoso também ressalta que a expectativa é de um retorno à curto, médio e longo prazo e acrescenta que os Tabuleiros Litorâneos configuram um dos pilares para o pleno funcionamento. “Os Tabuleiros Litorâneos são grandes extensões para o agronegócio que é uns dos pilares da ZPE, então veja que temos ali do lado um casamento perfeito”, disse o presidente da ZPE.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Como vive o Brasil real

Os brasileiros chegaram ao quarto mês do ano sem as soluções para os problemas mais imediatos que passaram a fazer parte das suas vidas. Além da parcela da população que está se manifestando politicamente, contra ou a favor do impeachment da Presidente Dilma, há uma outra massa, considerável, a quem não interessa quem esteja no comando do país. Para essas pessoas, basta que alguém contenha a inflação que está corroendo o poder de compra das famílias de forma progressiva, ou que retome a estabilidade para que volte a existir vagas disponíveis no mercado de trabalho, ou ainda, que controle a escalada de dengue, zika, chikungunya e H1N1.

São todos problemas reais que afetam as pessoas de forma concreta no seu dia a dia, comprometendo-lhes a saúde do corpo e do bolso. Distante das negociatas do planalto central, o Brasil real segue a duras penas, tentando manter um mínimo de normalidade em casa e no trabalho.Mas está ficando cada vez mais difícil.

Os empresários encolheram os investimentos porque não sabem os rumos que a economia vai seguir daqui para frente. A presidente fica ou sai? Se sair, como será a composição do futuro governo? De que forma os investidores estrangeiros vão reagir ? Com tantas incertezas no horizonte, a indústria não se expande, os empregos encolhem, e o consumo, idem.

Na saúde, área vital para a população, o cargo de ministro virou moeda de troca, importando menos o compromisso em debelar as epidemias que já nem deveriam mais existir no país, e focando apenas os possíveis votos necessários para barrar o processo de impeachment. A consequência pode ser vista nas filas formadas nos postos de saúde em busca de vacinas para a gripe H1N1, ou nos pacientes acamados com as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

O desfecho em Brasília ainda é incerto, mas é bom que seja logo decidido de uma forma ou de outra para que o Brasil volte aos trilhos e possa retomar a vida normal, com emprego, comida na mesa e saúde para a população. É isso, de fato, que interessa.
Fonte: CidadeVerde

quarta-feira, 23 de março de 2016

Desemprego no Brasil atinge 8,2% e salários estão mais baixos

O IBGE divulgou nesta quarta-feira (23) que o desemprego no Brasil atingiu 8,2% em fevereiro - a maior taxa para o mês desde 2009, quando chegou a 8,5%. Considerando todos os meses, é a mais elevada desde maio de 2009, que registrou 8,8%. Em janeiro, o desemprego tinha ficado em 7,6%. Já em fevereiro do ano passado, a taxa era 5,8%. A comparação entre o mês de fevereiro do ano passado e esse mostrou rescimento de 2,4 pontos percentuais - o maior avanço anual para o mês na série, iniciada em março de 2002.

Desocupação
Atualmente, 2 milhões de pessoas estão desocupadas no Brasil. O índice cresceu 7,2% em relação a janeiro. Em comparação com o mesmo mês de 2015, o aumento foi de 39%. Com o crescimento no número de desocupados, o número de pessoas empregadas diminui. Segundo o IBGE, a população ocupada foi estimada em 22,6 milhões, uma queda de 1,9% em relação ao mês anterior - a maior baixa mensal desde janeiro de 2004. Diante de fevereiro do ano passado, o recuo foi de 3,%, o maior para o mês de fevereiro da série. O número de pessoas com carteira de trabalho assinada no setor privado chegou a 11,4 milhões e não mudou em relação a janeiro, mas frente a fevereiro de 2015 mostrou recuo de 4,1%. 
Remuneração: A remuneração dos ocupados também recuou. O rendimento médio dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.227,50 - valor 1,5% abaixo do indicado em janeiro e 7,5% inferior a um ano atrás.
Fonte: CidadeVerde

terça-feira, 15 de março de 2016

Taxa média de desemprego bate recorde no Brasil

O desemprego fechou o ano passado com taxa média de 8,5%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a maior desde o início da série da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), em 2012. Em 2014, a média anual de desemprego ficou em 6,8%.

No quarto trimestre, o desemprego ficou com 9%. No mesmo período de 2014, a taxa ficou em 6,5%. A taxa do período de outubro a dezembro também é a maior para um trimestre desde o início da pesquisa. A Pnad Contínua coleta informações em 211 mil domicílios em 3.464 municípios do país.

“Essas pessoas não estavam ocupadas, elas tomaram uma providência para conseguir trabalho”, afirmou Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.
Fonte: G1

segunda-feira, 14 de março de 2016

Manifestantes fazem maior protesto nacional contra o governo Dilma

Manifestações contra a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente Lula e o PT aconteceram neste domingo (13) em todos os estados do país, em mais de 300 municípios. O maior protesto ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo.

Segundo levantamento do G1, a Polícia Militar contou 3,6 milhões de pessoas nas ruas do país, e os organizadores, 6,8 milhões (balanço atualizado às 22h40). O maior número de participantes havia sido registrado no protesto de 15 de março do ano passado: 2,4 milhões, segundo a PM, e 3 milhões pelos dados dos organizadores. Os protestos deste domingo ocorreram em mais cidades, em comparação com março de 2015.

Na capital paulista, a Polícia Militar estima que cerca de 1,4 milhão de pessoas estiveram no ato. Segundo o Instituto Datafolha, o protesto reuniu 500 mil pessoas. Já o movimento Vem Pra Rua, um dos organizadores, contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, os organizadores falaram em 1 milhão na Praia de Copacabana. A PM não divulgou números.

Também foram realizados protestos de apoio ao governo Dilma, a Lula e ao PT. Recife (PE), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Bernardo do Campo (SP), Vitória (ES), Monte Claros e Coronel Fabriciano (MG) e São Luís (MA) tiveram atos a favor do governo petista.

As manifestações foram pacíficas, com poucos incidentes isolados em algumas cidades. Grande parte dos manifestantes vestia verde e amarelo e levava cartazes contra a corrupção, o governo federal e o PT. Além de pedirem a saída de Dilma, várias pessoas protestaram contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lembraram que, na semana passada, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do líder petista. Outro nome citado nos atos, mas de maneira positiva, foi o do juiz da Operação Lava Jato. Sérgio Moro foi exaltado em faixas em diversas cidades brasileiras. Em São Paulo, políticos foram hostilizados, entre eles Marta Suplicy (PMDB), o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o senador Aécio Neves (PSDB).

sexta-feira, 11 de março de 2016

Desemprego aumenta no Brasil e projeções para 2016 não são boas

Um número vem assombrando a economia e as vidas de muitas famílias. O desemprego está aumentando mês a mês e as previsões para este ano não são nada boas. O Brasil está na contramão do mercado de trabalho no mundo.

O último dado mais completo do IBGE, que acompanha as contratações em mais de 3 mil municípios, mostrou que o desemprego chegou aos 9%. E há projeções de que 2016 feche com 11%.

Enquanto isso, a Organização Internacional do Trabalho prevê que o desemprego médio na América Latina deve fechar o ano perto dos 6,7%. Nos Estados Unidos, 4,9%. Na Alemanha, taxa de 4,6%; Reino Unido deve fechar o ano com 5,4%. E na Itália, com uma das piores taxas do mundo, deve cair para 12%.
Fonte: G1

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Desemprego vai a 7,6% em janeiro, o maior para o mês desde 2009, diz IBGE

O desemprego em janeiro foi de 7,6%, a maior taxa para o mês desde 2009, quando tinha sido de 8,2%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa subiu 0,7 ponto percentual na comparação com dezembro (6,9%). Em relação a janeiro de 2015 (5,3%), a alta foi de 2,3 pontos percentuais. Em dezembro, a pesquisa também tinha indicado que o desemprego teve média de 6,8% em 2015.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE e fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que é baseada nos dados das regiões metropolitanas de Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Número de desempregados sobe

O número de desempregados nas regiões analisadas pelo IBGE subiu para 1,9 milhão, crescendo tanto na comparação com dezembro (mais 156 mil pessoas, ou 8,4%), quanto em relação a janeiro de 2015 (mais 562 mil pessoas, ou 42,7%). 

O número de pessoas com emprego foi estimado em 23 milhões, caindo tanto na comparação mensal (menos 230 mil pessoas, ou 1%), quanto na anual (menos 643 mil pessoas, ou 2,7%).

Outra pesquisa do IBGE, divulgada na semana passada e que é mais ampla, porque usa dados de várias cidades de todo o Brasil, indicou que o número de desempregados aumentou 41,5% em um ano, chegando a 9,1 milhões no trimestre entre setembro e novembro do ano passado. 

Essa outra pesquisa é chamada Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.
Salvador tem maior desemprego

A PME, divulgada nesta quinta-feira, indicou que o desemprego em janeiro subiu em todas as regiões, na comparação com o mesmo mês de 2015:
Recife: 6,7% para 10,5%
Salvador: 9,6% para 11,8%
Belo Horizonte: 4,1% para 6,9%
Rio de Janeiro: 3,6% para 5,1%
São Paulo: 5,7% para 8,1%
Porto Alegre: 3,8% para 5,9%

Em comparação com dezembro, o desemprego aumentou em duas das seis regiões analisadas: São Paulo (7% para 8,1%) e Belo Horizonte (5,9% para 6,9%). Nas demais, ficou estável, segundo o IBGE.
Setores da economia

Entre dezembro e janeiro, o número de trabalhadores ficou estável em quase todos os setores. Tiveram queda apenas Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade (-2,8%, 111 mil pessoas) e Serviços domésticos (-6,4%, 93 mil pessoas).

Em relação a janeiro de 2015, o número caiu na Indústria (-8,5%, 298 mil pessoas) e nos Outros serviços (-3,4%, 155 mil pessoas). Os demais não tiveram variação significativa, na análise do IBGE.
Renda cai 7,4% em um ano

O rendimento médio real (ajustado pela inflação) dos trabalhadores foi de R$ 2.242,90, uma queda de 7,4% em um ano (em janeiro de 2015, era de R$ 2.421,51).

Em comparação com dezembro (R$ 2.273,44), diminuiu 1,3%.
Número de carteiras cai 2,8%

O número de carteiras assinadas no conjunto das regiões metropolitanas analisadas pelo IBGE foi estimado em 11,6 milhões em janeiro. São 336 mil pessoas a menos em um ano, o que representa 2,8%.

O IBGE anunciou que vai acabar com a PME neste ano, e manter apenas Pnad Contínua mensal que, segundo o instituto, é mais abrangente, porque usa dados de cidades de todo o país. A última divulgação da PME está prevista para março.

Outra pesquisa sobre emprego já foi encerrada, a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), que era focada na indústria. A última foi divulgada no dia 18 deste mês e indicou que o número de trabalhadores na indústria em 2015 caiu 6,2%.

Além do IBGE, o Ministério do Trabalho também apresenta dados sobre emprego, levando em conta o número de contratações e demissões de pessoas com carteira assinada, baseados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

No mês passado, o Ministério divulgou que o Brasil perdeu 1,54 milhões de vagas de trabalho com carteira em 2015, pior resultado para um ano desde o início da pesquisa, em 1992.
Fonte: Uol

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Mais de 590 mil novos casos de câncer estão previstos para 2016 no Brasil

Mais de 12 milhões de pessoas no mundo são diagnosticadas todo ano com câncer. Cerca de 8 milhões morrem. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer - INCA - estima em 596 mil casos novos da doença para 2016. Se medidas efetivas não forem tomadas, haverá 26 milhões de casos novos e 17 milhões de mortes por ano no mundo em 2030, sendo que 2/3 das vítimas vivem nos países em desenvolvimento. Os tipos mais incidentes serão os cânceres de pele não melanoma, mama, colorretal, colo do útero, e de pulmão para o sexo feminino, e os cânceres de pele não melanoma, próstata, pulmão, colorretal, estômago e de boca para o sexo masculino.

Cerca de 60% dos pacientes com câncer são diagnosticados já em estágio avançado no Brasil e, no caso de câncer de pulmão, 87,9% dos casos são descobertos tardiamente. O diagnóstico depois que a doença se espalhou foi identificado como uma das principais barreiras enfrentadas pelos pacientes no acesso ao tratamento, seja pela falta de centros especializados, pelas longas esperas para consultas com médicos especialistas ou pela demora na realização de exames.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 43% das mortes por câncer em todo o mundo são causadas pelo consumo do tabaco, do álcool, por maus hábitos alimentares e de estilo de vida e infecções.


Cancer de Boca
O cigarro e o álcool, além de potencializar o aparecimento de várias doenças, são os principais fatores de risco de câncer de boca – doença agressiva que pode mutilar o rosto e matar. O Brasil tem a 3ª maior incidência de câncer bucal do mundo, atrás apenas da Índia e da antiga Checoslováquia, e este é o quinto tipo de câncer mais comum entre os homens. A Previsão do INCA é de 15.290 novos casos de câncer de boca no País, sendo 3.020 na Região Nordeste e 120 novos casos no Estado do Piauí.

Os homens são as principais vítimas, pois costumam fumar e beber mais. No entanto, com a mudança de hábitos, a doença também se alastra entre as mulheres. Atualmente é o sétimo tipo de câncer mais comum entre elas. O câncer oral ou de boca envolve a região dos lábios e a cavidade interior da boca. Isto é, podem afetar as bochechas, língua e embaixo dela (assoalho), o céu da boca (palato duro) e as amídalas. Em casos mais extremos, quando há metástase, pode chegar à região da orofaringe (pescoço) e subir para o rosto.

Segundo Neiva Sedenho de Carvalho, Professora do Curso de Odontologia da Faculdade FACID | DeVry, quem fuma tem 25 vezes mais chance de ter doenças na boca do que os não fumantes, o que pode piorar com a ingestão de bebidas alcoólicas."Isso acontece porque o tabaco e o álcool causam alterações nas células da mucosa da boca e da pele, capazes de acelerar o crescimento das células cancerígenas e aumentar as chances de lesões e tumores", completa a Professora. 

Trabalho Social Ajuda na Prevenção
Cerca de 300 pessoas são atendidas gratuitamente a cada semestre pelo Projeto de Extensão de Prevenção e Diagnóstico Precoce do Câncer de Boca, um trabalho de Responsabilidade Social da Faculdade FACID | DeVry aberto à comunidade. Criado em setembro de 2004, o Projeto é desenvolvido nas clínicas dos Centros de Atendimento e Serviços Integrados da Faculdade (CASI), localizados nos bairros Horto Florestal e Pedra Mole. 

Segundo a Professora Marcela Oliveira, Coordenadora do Curso de Odontologia da FACID | DeVry, os pacientes participam de palestras educativas e preventivas direcionadas para o câncer bucal, além de passarem por exame clínico para identificar possíveis lesões. Os casos previamente identificados são encaminhados para biópsias e exames de histopatologia nas próprias clínicas da Faculdade. 
"Nosso objetivo é despertar a comunidade para os fatores de risco e proteção e orientar para os cuidados a serem tomados para prevenção do câncer, como o auto-exame, visitas periódicas ao dentista, entre outros", afirma Marcela Oliveira.


Formas de prevenir o câncer de boca: 

- evitar bebidas alcoólicas, principalmente se você for fumante;
- não fumar;
- visitar o dentista regularmente;
- ter uma alimentação saudável;
- ter uma boa higiene bucal;
- manter dentes e próteses sempre em bom estado;
- evitar exposição ao sol ou usar protetor labial;
- fazer sexo oral apenas com proteção (camisinha).

Fonte: Instituto Nacional do Câncer- Inca