O ex-governador Zé Filho poderá disputar uma das vagas na Câmara Federal no pleito de 2018. A possibilidade é considerada por todos os membros do PPS, atual partido do ex-governador. Ao GP1, nesta terça-feira (27), o presidente da sigla em Teresina, Celso Henrique, comentou o assunto e adiantou que a ideia é organizar a agremiação com a filiação de mais nomes para fortalecer os quadros partidários.
“Nós temos a intenção de fazer nominata de [candidatos] deputados estaduais e federais e começaremos fazer isso agora nos primeiros meses do ano. Acreditamos que vamos ter total apoio também do nosso presidente Zé Filho tendo em vista que ainda tem a possibilidade dele ser candidato a federal. De certo é que queremos com brevidade, definir os caminhos do PPS e para tal vamos buscar novas lideranças e reunir os vereadores, prefeitos e vice-prefeitos eleitos recentemente para que tenhamos um rumo em 2018”, disse Celso. Fonte: GP1 | Edição: SIM NOTICIAS
Ao centro o Deputado Roberto Freire novo ministro da cultura
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República anunciou na noite desta sexta-feira (18) que o deputado Roberto Freire (PPS-SP) será o novo ministro da Cultura. Freire assumirá o cargo no lugar do diplomata de carreira Marcelo Calero, que pediu demissão do cargo por "divergências" com integrantes do governo (leia a íntegra da carta de demissão mais abaixo).
"Ele [Temer] me telefonou, tinha acabado de chegar em casa. Estou em Brasília mesmo. O presidente me convidou e eu aceitei", relatou.
Em seguida, Freire quis falar sobre o futuro no ministério, e se disse com disposição à "abertura ao diálogo". "Vou entrar com a mesma disposição para a abertura ao diálogo. De não acirrar processos", afirmou.
O novo ministro informou que deverá embarcar neste sábado (19) em direção a Recife (PE), onde terá compromissos partidários. Ao G1, ele afirmou que estará de volta a Brasília na próxima segunda (21), para se reunir com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto.
"Vou antecipar minha volta. Eu voltaria só segunda à tarde. Vamos ver ainda quando dá, de acordo com os compromissos [do Temer]", observou.
Freire confirmou que já havia sido sondado por Temer para assumir o cargo de ministro da Cultura quando o peemedebista ainda articulava a montagem do governo interino, antes mesmo do afastamento de Dilma.
"Na época, ele me convidou e eu aceitei. Mas aí veio a redução do número de ministérios. Na redução, eu falei que não seria problema fazer a integração da Cultura com a Educação. Ficou então só o [ministro da Educação] Mendonça Filho. Aí, por questões do governo, quando recriaram a pasta, Temer chamou o Calero", relatou o novo ministro.
Com a presença do Deputado Federal e presidente nacional do PPS, Roberto Freire, foi realizada na manhã deste sábado (30), em Parnaíba, cerimônia para filiações ao PPS na região norte do Estado do Piauí.
O agora presidente estadual do Partido Popular Socialista – PPS, Zé Filho, atraiu uma verdadeira multidão de simpatizantes para uma calorosa recepção e adesão ao seu novo partido. Após romper com o PMDB, de onde se desfilou na última semana, Zé Filho foi procurar por uma nova casa partidária, onde tivesse liberdade para ser oposição ao atual governo.
Com a chegada de Zé Filho à presidência estadual do partido, há uma expectativa que o mesmo tenha crescimento exponencial nos próximos anos, tanto em filiados como em representantes das esferas políticas: municipal, estadual e federal. O próprio presidente Zé Filho, deve ser candidato a Deputado Federal em 2018.
Histórico do partido
O Partido Popular Socialista (PPS) foi fundado em 1992 e obteve registro permanente em 19 de março de 1992. O presidente da legenda é o ex-senador e Deputado Federal pelo estado de São Paulo, Roberto Freire. Tendo como presidente de honra, Fernando Santanna.
Seus principais aspectos programáticos são a "radicalidade democrática", uma nova definição do socialismo, pautado no humanismo e no internacionalismo, o que o classifica para alguns como partido defensor da social-democracia.
Em Parnaíba o partido era presidido pela Vereador Neta Castelo Branco, que ainda está filiado a legenda, isto até março, quando deve migrar para o DEM.
O presidente nacional do Partido Popular Socialista (PPS), deputado federal Roberto Freire, está em Teresina para participar da filiação do ex-governador Zé Filho ao PPS. Para o presidente nacional, o nome do ex-governador, que também é presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí - FIEPI, é forte e muda o cenário da sigla no Estado.
Com a filiação de Zé Filho, a sigla planeja novos desafios com as eleições municipais e candidatura à Câmara Federal em 2018. Questionado sobre as eleições 2016, o presidente comentou que nada está definido sobre a candidatura do ex-governador.
A filiação está marcada para as 11h desta sexta-feira (29), na Assembleia Legislativa do Estado, quando oficialmente deixa o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).
“Nós passamos a ser protagonista no Estado. Agora nós vamos para grandes jornadas, pensar grande. O Zé Filho foi governador. É uma liderança significativa no Estado”, afirmou.
Roberto Freire reafirmou oposição ao atual Governo Federal, mas que não existe veto de futuras coligações. “O PPS tem essa postura, faz uma oposição progressista de esquerda. Não tem nenhum receio de dizer que o PT enxovalhou a esquerda no Brasil com a imoralidade e a corrupção. Não existe veto porque o veto é uma política que não permite discutir realidades. Você tem mais de 6 mil municípios no país, isso não quer dizer que em nenhum deles o PT não seja uma boa alternativa. Agora, isso tem que ser bem analisado, não pode ser uma decisão só local”, disse.
A filiação do ex-governador, Zé Filho, foi confirmada pela direção estadual do PPS para o dia 29 de janeiro, em Teresina, com presença do presidente nacional da sigla, deputado federal Roberto Freire (PPS -SP). O PPS é o terceiro partido na atuação política de Zé Filho, que já integrou as fileiras do PSDB e PMDB. No PPS, o ex-governador e presidente da Fiepi será o dirigente da legenda no Estado. Os desafios políticos na nova sigla serão as eleições municipais deste ano e candidatura à Câmara Federal em 2018. O encontro está marcado em Teresina para Assembleia Legislativa e estão tentando ajustar a agenda do presidente para que aconteça um ato em Parnaíba.
De olho na formação de uma frente de oposição para a disputa da prefeitura de Parnaíba, o ex-governador do Piauí Zé Filho – que está assumindo o comando do PPS no Piauí – está abrindo diálogo com vários partidos que não fazem parte do leque de alianças do partido do atual prefeito, Florentino Neto, que é do PT.
Um desses partidos é o PSC, que até recentemente estava sob o comando do ex-senador Mão Santa. Por essa razão, Zé Filho se reuniu no final da manhã desta terça-feira (19) em seu escritório no prédio da Fiepi com o dirigente provisório do PSC Gustavo Henrique para tratar da reformulação do partido em Parnaíba e fazer aliança.
Segundo Gustavo Henrique, a aliança com o PPS não é problema uma vez que o PSC já fazia oposição ao prefeito e continuará fazendo, seguindo orientação da direção nacional. Na reformulação do PSC em Parnaíba, não se falou de nomes, mas o vereador Carlson Pessoa deve se filiar ao partido e assumir a presidência.
Líderes da oposição em Parnaíba voltaram a se reunir ontem à noite (06) na residência do ex-senador Mão Santa, onde ficou acordado a filiação dos vereadores Carlson Pessoa e Bernardo Rocha ao Partido Popular Socialista (PPS), que terá Dona Adalgisa como a nova presidente do partido na cidade.
Sob a coordenação do ex-governador Zé Filho, ficou decidido que a agremiação fará uma chapa com 26 candidatos a vereador, juntamente com os dois parlamentares já de mandato citados acima; mais 10 atuais suplentes e outros nomes novos que se preparam para ingressar na carreira política. Dessa forma, poderá sair chapa pura para o pleito deste ano.
Na reunião também ficou convencionado a afiliação de Dona Adalgina com outro grupo de ex-filiados em partidos como o Partido Social Cristão (PSC), Partido Socialista Brasileiro (PSB), entre outras siglas. A solenidade que empossará Adalgina na presidência do PPS ocorrerá na última semana de janeiro.
Mais articulações
Ainda esta semana Zé Filho deverá se reunir com o ex-deputado estadual Tererê a fim de tratar da união das oposições na cidade. Atualmente na presidência municipal do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Tererê deverá trazer seu grupo para a aliança das oposições.
O início da semana foi agitado no meio político da cidade. O vereador Carlson Pessoa esteve reunindo com o ex-governador Zé Filho, quando eles trataram de diversos assuntos ligados a cidade de Parnaíba. Zé Filho, que deverá se filiar ao Partido Popular Socialista (PPS) ainda em janeiro, convidou o líder da oposição na cidade para a mesma sigla, com a abertura de uma janela no mês de março.
A data da convenção nos próximos dias depende apenas da agenda do presidente nacional do partido, Roberto Freire, que marcará presença no evento no litoral. Zé Filho ainda conversou demoradamente com algumas lideranças políticas de Parnaíba e região, entre eles o ex-senador Mão Santa e a esposa dele, Adalgiza. Ela poderá ser a presidente da agremiação em Parnaíba.
Com as novas alianças, a oposição no município ganha força e se prepara para enfrentar o pleito de 2016.
O ex-senador aceitou convite do ex-governador Zé Filho, presidente da FIEPI (Federação das Indústrias do Piauí), para se filiar ao PPS (Partido Popular Socialista). A esposa e ex-primeira suplente de senador, Adalgisa Moraes Souza, será a presidente do partido em Parnaíba.
No município, o PPS surge como oposição ao prefeito Florentino Neto (PT). As filiações de Mão Santa e Zé Filho ocorrerão em atos políticos com presença do presidente nacional da legenda, Roberto Freire. O nome do ex-senador é citado como provável candidato a prefeito de Parnaíba, mas a prioridade é unir a oposição no município em busca de um sólido consenso, mesmo em torno de outra alternativa de candidatura. Pesquisas serão instrumentos importantes na definição do candidato de uma aliança oposicionista. Mão Santa ingressa no PPS após divergências com a direção nacional do PSC (Partido Social Cristão), situação que resultou na perda da presidência do partido no Estado e na desfiliação.
O ex-governador e presidente da FIEPI (Federação das Indústrias do Piauí) reafirmou entendimentos conclusivos para a troca do PMDB pelo PPS. A filiação ocorrerá em janeiro, com presenças de lideranças nacionais da legenda e aliados políticos que atuam no Piauí. Segundo Zé Filho, o PPS será partido forte no Estado e de oposição ao governo. Na avaliação do primeiro ano da gestão do governador Wellington Dias, Zé Filho foi curto e grosso: "Foi um ano perdido para o nosso Estado; o governador, mesmo aliado à presidente Dilma Rousseff, nada fez para desenvolver o Piauí." O ex-governador recebeu a imprensa piauiense num jantar realizado na cobertura do prédio sede da Federação das Indústrias.
Não será mais no próximo dia 11, conforme divulgado e acertado inicialmente com lideranças da sigla em Teresina. Será no próximo mês a posse do ex-governador Zé Filho, no comando regional do PPS.
Em conversa com a reportagem do Blog do B Silva, o presidente da FIEPI disse que mudou a data para o dia 22 de janeiro, por conta de outros compromissos naturais de final de ano, inclusive do presidente nacional do partido, deputado federal Roberto Freire, que virá em janeiro não só para a posse em Teresina, mas também para Parnaíba, “quando queremos levá-lo a um passeio ao Delta”, disse Zé Filho.
Em Parnaíba o Partido também está sendo organizado e uma comissão provisória deverá ser escolhida, segundo Zé Filho. Em março, com a “janela” eleitoral” e a já anunciada a saída do vereador Carlson Pessoal do PSB, ele deverá assinar filiação no PPS, devendo ser o presidente do diretório municipal. Em Parnaíba. Zé Filho concedeu audiências hoje pela manhã, ao lado da filha, Isabelle Fortes Moraes Sousa.
O ex-governador Zé Filho disse que está incomodado com as últimas manobras do PMDB e afirmou que a situação o levou a tomar a decisão de deixar o partido. Ele explicou que não pode permanecer em uma sigla que, nas eleições de 2014 era oposição, mas que agora se coloca à disposição do Governo.
“Estamos tomando essa posição porque nós fizemos oposição. Mas, o PMDB já está praticamente no Governo, então eu não posso ficar numa legenda que mal terminou uma eleição e já está dando apoio ao poder que se instalou. Os incomodados é que têm que se retirar. Não posso ficar em um partido onde a maioria já se coloca à disposição do executivo estadual, enquanto eu sou oposição”, justificou.
Depois que externou o descontentamento com o PMDB, logo em seguida, Zé Filho anunciou ainda para o PPS. Ao GP1, ele confirmou que está de malas prontas e deve se filiar em janeiro de 2016 e já chega como presidente regional da agremiação.
“Eu vou assumir o PPS em janeiro e estamos só agendando o dia. A gente vai fazer uma festa de filiação porque vem o presidente nacional do partido, o deputado Roberto Freire, além de outras lideranças. Só vamos combinar a data”, falou.
Ainda sobre o futuro partido, o ex-governador falou que “vamos revitalizar e fortalecê-lo, principalmente no interior do Estado. Inclusive, levaremos alguns nomes de mandato”.
Quando questionado se a esposa, a deputada estadual, Juliana Moraes Sousa também sairá do PMDB, Zé Filho não descartou e lembrou que “ela agora não pode sair por conta da lei. Só em 2018 quando a janela se abrir. Vamos aguardar”.
A respeito das declarações de alguns peemedebistas que ainda apostam em sua permanência do ex-governador afirmou: “É um direito deles tentarem fazer isso. O atual presidente é diretor nosso no sistema Fiepi, que é o João Henrique. Mas, eles têm que entender também que eu não posso ficar num partido que se coloca a disposição do governo. Eu sou oposição”, reafirmou.
O ex-governador Zé Filho quebrou o silêncio nesta terça-feira (24) e oficializou sua filiação ao PPS. O motivo, segundo ele, é claro: o PMDB já faz parte do governo petista no cenário estadual. Em entrevista à TV Cidade Verde, o quase ex-peemedebista disse que não concorda com o posicionamento da sigla de voltar a ser situação e que, neste caso, os incomodados é que devem se retirar.
“Eu não posso ficar em um partido que já está praticamente no governo. Não que a gente queira fazer oposição só por querer, mas o PMDB foi colocado na oposição em nível estadual”, afirmou, ressaltando que possui amizade com o presidente em exercício do PMDB, o ex-ministro João Henrique.
“Inclusive é nosso diretor aqui no Sistema Fiepi, mas a gente fica numa situação meio desconfortável dentro de um partido a qual a gente acabou de disputar uma eleição e que praticamente já faz parte do governo do PT. Então, esse é um dos motivos que está nos levando a ir ao PPS e também porque temos que ter oposição. Hoje, praticamente só quem está fazendo oposição é o deputado Robert Rios”, declarou o ex-governador.
Zé Filho garante que sai sem mágoas e que não é um político movido a rancor e raiva. O ex-governador afirma que até entende o posicionamento dos seus colegas de partido, mas não concorda. “De forma nenhuma eu tenho mágoa do PMDB, eu tenho grandes amigos lá. Entendo a posição dos companheiros do PMDB, mas isso é uma coisa que não faz parte da minha pessoa: ter raiva, mágoa, rancor. Eu compreendo todas as posições do partido. Eles acham que esse deve ser o caminho e que eu não concordo. Se eu não concordo, quem tem que se retirar é a minha pessoa”, declarou.
O ex-governador não quer ir sozinho para o PPS. Já vai chegar no partido como presidente estadual, saindo da condição de coadjuvante no PMDB a maior liderança da sigla. “Quero levar algumas pessoas. Temos que aguardar. A deputada Juliana não pode sair agora por causa da fidelidade, mas temos prefeitos com interesse. É um grupo que nós estamos formando”, afirmou, ressaltando que convidará o deputado estadual Robert Rios.
“O PDT já está no governo, acho que o deputado Robert Será bem-vindo. Vou conversar com ele. É meu amigo pessoal e nos apoiou na eleição passado e está fazendo uma oposição correta”, destaca.
Eleições 2016
Zé Filho garantiu que vai conduzir o pleito eleitoral em Teresina e em várias cidades do Piauí. No caso de Teresina, disse que vai manter diálogo com o prefeito Firmino Filho (PSDB), que já possui aliança com o PPS. “Vamos conduzir o pleito. Aqui tem um diretório formado que apoia o governo do Firmino, mas sentando na mesa, a gente resolve. O partido terá uma chapa completa de vereadores. Nos outros municípios vamos fortalezar o PPS e onde não existe vamos formar”, finalizou.
O PMDB ainda não desistiu de manter o ex-governador Zé Filho no partido. A informação foi repassada ao GP1, pelo deputado estadual e secretário geral da sigla no Piauí, . Ele disse que existem muitas fofocas acerca da saída do ex-gestor peemedebista.
"Nós não desistimos de manter o Zé Filho no PMDB. Ainda estamos conversando, por meio do nosso líder maior, o deputado Themístocles Filho, sobre o assunto. Na verdade, existem muitas fofocas sobre isso, mas garanto que não há nada de concreto até o momento", assegurou o deputado.
Ainda não se manifestou
O parlamentar também afirmou que a direção ainda não foi comunicada a respeito da possível saída de Zé Filho. "Posso garantir, até mesmo como secretário geral, que ainda não chegou nenhum comunicado, ou pedido de desfiliação dele. Portanto, até agora, o ex-governador ainda integra os nossos quadros", disse.
PPS
Há pouco mais de um mês, informações divulgadas na imprensa davam conta de que Zé Filho estaria de malas prontas para se filiar ao PPS. Inclusive, na semana passada, o ex-governador esteve reunido com o presidente nacional do Partido Popular Socialista, Roberto Freire, e por último, participou de encontro de apresentação aos membros da legenda.
O atual presidente da agremiação no Estado, Celso Henrique, revelou, durante entrevista ao GP1, que o ex-chefe do executivo estadual deverá se desfiliar ainda em novembro e realçou o desejo de Zé Filho de integrar a oposição no ano que vem. Se a mudança for sacramentada, o ex-gestor vai assumir a presidência do PPS no Estado, substituindo Celso que passará ao cargo de secretário geral e passa a comandar a legenda em Teresina.
O diretório do PPS no Piauí realizou reunião de apresentação do ex-governador Zé Filho (PMDB) às lideranças e membros do partido em Teresina. O encontro ocorreu na sede da Federação das indústrias do Piauí – FIEPI.
Durante a apresentação, Zé Filho anunciou que irá se desfiliar oficialmente do PMDB na próxima semana. A filiação ao PPS irá ocorrer em grande evento a ser realizado em dezembro e que terá a presenta do presidente nacional da sigla, Roberto Freire.
Zé Filho assumirá a presidência da legenda no Piauí. Ele reforçou o desejo de ter o PPS na oposição e a necessidade do partido se fortalecer para as eleições municipais de 2016. Existe a expectativa na legenda que Zé Filho concorra a uma vaga na Câmara Federal em 2018.
“Vou ser uma das vozes da oposição no Piauí. Esse é o compromisso que assumimos com o PPS e com esse Estado. Venho para somar e antes mesmo de me filiar oficialmente já me considero do partido”, declarou.
OPOSIÇÃO
Antes do encontro na FIEPI, Zé Filho esteve em Brasília e se reuniu com Roberto Freire. Ele queria garantias que o PPS seguiria na oposição ao governo de Wellington Dias (PT) e da presidente Dilma Rousseff (PT) a nível nacional.
O ex-governador será responsável por ajudar o partido a se expandir durante o processo eleitoral do próximo ano. Zé Filho deverá ser candidato pelo PPS apenas em 2018 quando disputará uma vaga na Câmara Federal.
É quase certo, falta apenas o anúncio oficial da vereadora Neta Castelo Branco que atualmente está no PPS, mas que deve deixar seu atual partido pelo PSD. Fontes ligadas à vereadora confirmam que já houve uma conversa adiantada entre Neta e a presidência do partido em nível estadual. Embora coordenado pelo deputado federal Júlio César (PSD-PI), o partido não exigirá um apoio incondicional ao Presidente da sigla, já que a vereadora é aliada incondicional do também deputado federal Heráclito Fortes (PSB-PI), e só não vai para o mesmo partido de Heráclito porque a conjuntura política pode não ser tão favorável à ela, tendo em vista que o partido de Heráclito será presidido em Parnaíba pelo atual presidente da Câmara Municipal de Parnaíba, vereador Gustavo Lima (PTB).
A mudança tem prazo para se consolidar, é que em março de 2016 a Justiça Eleitoral vai permitir a troca de partido para os parlamentares com mandatos. As “janelas eleitorais” como ficaram conhecidas, irão assegurar um mês para que os vereadores anunciem suas novas siglas partidárias. No caso da vereadora Neta que só vai migrar de partido por que não terá autonomia suficiente para coligar sua atual sigla com o PT, do prefeito Florentino Neto, devido à chegada de Zé Filho como presidente do PPS. O que soma para a sua nova casa, é que além dela várias lideranças que a acompanham durante anos, migrarão juntas fortalecendo assim o PSD, que teve participação recente na campanha de 2012 com um candidato à prefeito.
O PPS vai fazer uma grande festa no evento de filiação do ex-governdor Zé Filho, atualmente no PMDB. O martelo já foi batido e na primeira semana de dezembro, o ainda peemedebista além de ingressar no PPS vai assumir a presidência do diretório estadual da sigla. Na quarta-feira, o ex-governador foi recebido pelo presidente nacional do partido, Gilberto Freire, onde fechou as negociações.
"Foi uma reunião muito objetiva e o que ficou acertado é que me reunirei hoje ainda com o ex-governador justamente para a gente tratar do evento. Na reunião com Gilberto Freire ficou selado compromisso da gente encaminhar os procedimentos para filiação. Queremos que seja nos primeiros dias de dezembro", declarou Celso Henrique, presidente estadual do PPS.
Celso Henrique disse que o partido está tratando dos procedimentos legais para que tudo ocorra dentro da tranquilidade. "Ele (Zé Filho) será presidente regional, e eu serei de Teresina. O PPS cresce com a vinda dele. O partido é oposição", afirmou, ressaltando que o ex-governador levará uma série de líderes políticos ligados a ele. "Esperamos uma grande festa com a participação de Roberto Freire.", comentou.
Celso Henrique, Zé Filho e Roberto Freire (Foto: Ascom/PPS)
Não restam mais dúvidas sobre a filiação do ex-governador Zé Filho (PMDB) ao PPS. Na manhã desta quarta-feira (11/11), ele participou, em Brasília, de uma reunião com o presidente nacional do partido, deputado federal Roberto Freire. Zé Filho esteve acompanhado do presidente da legenda no Piauí, Celso Henrique.
Do presidente Roberto Freire, Zé Filho recebeu a garantia que o PPS se manterá na oposição ao governo de Wellington Dias (PT). Esse seria um dos motivos que teria levado o ex-governador a sair do PMDB. Ele não aceitaria a aproximação da sigla com o PT.
No encontro ficou acertado ainda a realização de um grande evento em Teresina para oficializar a ida de Zé Filho para o novo partido. Roberto Freire e demais lideranças nacionais da sigla deverão comparecer. A data ainda será marcada, mas deve ocorrer ainda no mês de novembro.
Durante o encontro, ficou definido que o ex-governador irá de fato assumir a direção da sigla no Estado. Ele será responsável por ajudar o partido a se expandir durante o processo eleitoral do próximo ano. Zé Filho deverá ser candidato pelo PPS apenas em 2018 quando disputará uma vaga na Câmara Federal.
Há a expectativa no PPS que Zé Filho impulsione o partido com a chegada de um grupo de peemedebistas ligados a ele. Apesar disso, Zé Filho garante que a sua esposa, deputada Juliana Moraes Sousa, continua no PMDB.
O presidente estadual do PPS no Piauí se reuniu, nesta quinta-feira (05), com o comandante da executiva nacional do partido e deputado, Roberto Freire, para tratar sobre a filiação do ex-governador Zé Filho como já havia sido divulgado no GP1.
Celso Henrique informou que Freire o autorizou a conversar com o ex-governador e a marcar data de filiação ao PPS. Provavelmente na próxima quarta-feira (11), tanto Celso quanto Zé Filho estarão em Brasília para acertar os detalhes para sacramentar os entendimentos.
“Estive hoje com o deputado Roberto Freire e ele me autorizou a me reunir com o ex-governador para tratar sobre a filiação dele ao PPS. Nós vamos acertar todos os detalhes para fazer um grande evento de filiação de Zé Filho ao nosso partido, inclusive, no dia o Freire também vai participar da solenidade. E, possivelmente, na quarta-feira, nós dois vamos nos reunir com o presidente nacional”, informou Celso Henrique ao GP1.
Presidência
Com a filiação de Zé Filho ao PPS, o comando do partido no Estado passará ao comando do ex-governador. Inclusive, a possibilidade foi reforçada pelo atual comandante da sigla, Celso Henrique.