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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Aumenta para 72 o número de casos já confirmados de microcefalia no PI

Até o dia 9 de abril, foram confirmados 1.113 casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita, em todo o país. Ao todo, foram notificados 7.015 casos suspeitos desde o início das investigações, em outubro de 2015, sendo que 2.066 foram descartados. Outros 3.836 estão em fase de investigação. As informações são do novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta terça-feira (12), que reúne as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

No Piauí, foram notificados 154 casos de 2015 a 2016. Desses, 72 foram confirmados, 57 descartados e 25 ainda são investigados.

Do total de casos confirmados, 189 tiveram confirmação laboratorial para o vírus Zika. No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. Ou seja, a pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês com diagnóstico final de microcefalia.

Os 1.113 casos confirmados ocorreram em 416 municípios, localizados em 22 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. Já os 2.066 casos foram descartados por apresentarem exames normais, ou apresentarem microcefalias e/ou alterações no sistema nervoso central por causas não infeciosas.

No mesmo período, foram registrados 235 óbitos suspeitos de microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto). Destes, 50 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 155 continuam em investigação e 30 foram descartados.

Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados, e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa, diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

Fonte: 180graus

quinta-feira, 17 de março de 2016

Casos confirmados de microcefalia sobem para 56 no Piauí

Nesta quarta-feira (16), o Ministério da Saúde divulgou o novo boletim epistemológico atualizado sobre os casos de microcefalia. No Piauí, o número de casos confirmados já chega a 56. Ao todo foram 145 casos notificados e 62 estão sob investigação.

Só na região Nordeste se concentra 79,5% dos casos notificados, sendo que Pernambuco continua com o maior número de casos que permanecem em investigação (1.226), seguido dos estados da Bahia (622), Paraíba (419), Rio de Janeiro (296), Rio Grande do Norte (277), Ceará (263), Maranhão (149), São Paulo (149),Tocantins (111), Mato Grosso(107) e Alagoas (104).

Em todo o país são investigados 4.268 casos suspeitos de microcefalia. Isso representa 65,9% dos casos notificados. O novo informe aponta, também, que 2.212 casos foram investigados e classificados, sendo 1.349 descartados e 863 confirmados para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita.

Casos confirmados
Ao todos, são 863 casos confirmados e ocorreram em 327 municípios localizados em 19 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pará, Rondônia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Já os 1.349 casos foram descartados por apresentarem exames normais, ou apresentarem microcefalia e/ou alterações no sistema nervoso central por causas não infecciosas.


Mortes 

Foram notificados 182 óbitos por microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento ou natimorto). Destes, 40 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 124 continuam em investigação e 18 já foram descartados.


Orientação às gestantes 

Mantenham o acompanhamento e as consultas de pré-natal, com a realização de todos os exames recomendados pelo médico, não consumirem bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de drogas, não utilizar medicamentos sem orientação médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções.

Outra orientação é que as grávidas adotem medidas que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doença, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

Fontes: GP1

sexta-feira, 11 de março de 2016

Piauí notifica 139 casos de microcefalia

A Secretaria de Estado da Saúde atualizou nesta quarta-feira (9) os números referentes aos casos de microcefalia. O boletim epidemiológico mostra que no Piauí foram notificados 139 casos suspeitos de microcefalia associados a processo infeccioso. O Ministério da Saúde deve apresentar ainda hoje o novo protocolo de atendimento a crianças com microcefalia.

Desses casos, 50 foram confirmados como processo infeccioso, 65 continuam em investigação e 24 descartados. As notificações referem-se a 53 municípios do Estado. Foram notificados seis óbitos nos municípios de Teresina, Betânia do Piauí, Cocal, Nossa Senhora dos Remédios, sendo que um caso foi confirmada a associação como processo infeccioso.

Reforçando a atenção aos bebês com microcefalia, a Secretaria de Estado da Saúde realizou, no último final de semana, mutirões de atendimento desses casos em Teresina e Parnaíba. O secretário de Estado da Saúde, Francisco Costa, afirma que a proposta é que esse formato seja ampliado para Teresina, Floriano e Picos, dando mais agilidade para o diagnóstico e facilitando o acesso ao tratamento.

Para o Centro Integrado de Reabilitação, serão ampliadas mais 200 vagas para atender as crianças como microcefalia, que devem permanecer em reabilitação de zero a três anos de idade, em horário estendido, de 14h às 19h30. Inicialmente, cerca de 20 profissionais do Centro estarão envolvidos na Clínica de Microcefalia, entre eles: médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e assistentes sociais.

Números da Dengue, Zika, Chikungunya e Guillan-Barré
Até agora, o Piauí apresentou 484 casos notificados de dengue em 2016, em 63 municípios. Houve redução de 58,6% dos casos, quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 1.168 casos. Segundo os dados, nenhum município do Estado apresentou alta incidência. Três municípios apresentaram média incidência (Lagoa de São Francisco, Landri Sales e São João da Varjota), 60 municípios com baixa incidência e 161 sem ocorrência ou sem informação de dengue em 2016. Nenhum caso de Zika vírus foi notificado em 2016. Quanto ao chikungunya, foram notificados 8 casos e 3 da síndrome de Guillan-Barré.
Fonte: CCom

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Número de casos confirmados de microcefalia associada ao Zika chega a 32 no Piauí

Novo boletim divulgado nesta terça-feira (23) pelo Ministério da Saúde registrou o aumento do número de casos confirmados de microcefalia associados ao vírus Zika no Piauí. Agora são 32 casos, dois a mais que em relação ao relatório da semana passada. 

O número de casos notificados no Piauí chegou a 127. Desses, 81 ainda estão sob investigação e outros 14 já foram descartados. Os dados são referentes a notificações feitas de 22 de outubro de 2015 até o dia 20 de fevereiro de 2016. 

Em todo o Brasil, são 4.107 casos em investigação. Exames já confirmaram a relação com o Zika em 583 bebês com microcefalia. Em outros 950 recém-nascidos, a ligação foi descartada. 

O Ministério da Saúde trata os casos confirmados como microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. Os casos descartados são de exames normais ou microcefalia provocada por causas não infecciosas. 

Além disso, o Ministério frisa que outros agentes infecciosos além do Zika, podem provocar a microcefalia, como Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

Assim como o Piauí, já tiveram casos confirmados os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Rondônia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Apenas Amapá e Amazonas continuam sem qualquer notificação.
Fonte: CidadeVerde

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Ministério da Saúde confirma 30 casos de microcefalia no Piauí

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (17) que 30 casos de microcefalia relacionados ao vírus zika já foram confirmados no Piauí. O boletim divulgado aponta ainda que outros 74 casos estão em investigação. No último boletim divulgado pelo MS na semana passada, o Estado tinha 70 casos em investigação e 29 confirmados. Até agora foi registrada uma morte de bebê em consequência de alterações neurológicas relacionadas ao zika.

Segundo o Ministério da Saúde, 12 casos investigados já foram descartados no Piauí. 

Em todo o país, de acordo com o Ministério da Saúde, 3.935 casos suspeitos de microcefalia estão em investigação. Desse total, 60,1% dos casos (3.174) foram notificados em 2015 e 39,9% (2.106) no ano de 2016. 

O Ministério da Saúde considera que houve infecção pelo vírus zika na maior parte das mães que tiveram bebês, cujo diagnóstico final foi de “microcefalia e/ou alterações do Sistema Nervoso Central, sugestiva de infecção congênita”. 

Amapá e Amazonas são os únicos estados da federação que não tem nenhum registro de casos. Os 508 casos confirmados no Brasil ocorreram em 203 municípios, localizados em 13 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

No total, foram notificados 108 óbitos por microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento ou natimorto). Destes, 27 foram investigados e confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 70 continuam em investigação e 11 já foram descartados. Ao todo, 5.280 casos suspeitos de microcefalia foram registrados desde o início das investigações em 22 de outubro de 2015 até 13 de fevereiro de 2016.

O Ministério da Saúde orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.
Fonte: CidadeVerde

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Número de casos de microcefalia investigados no Piauí chega a 91

Subiu para 91 o número de casos de microcefalia investigados no Piauí. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Saúde. No estado, todos os registros ainda estão sob investigação para saber se há relação entre a má formação e a infecção pelo vírus Zika. 

No relatório da semana passada, o número tinha chegado a 77 casos notificados em investigação. O crescimento no número de registros dessa vez foi menor - 18%.

Até 23 de janeiro, o Ministério da Saúde contabilizou 3.448 casos em investigação em todo o país. Destes, 270 tiveram foram confirmados e 462 descartados. 

A maioria dos registros é do Nordeste. Na região, só Piauí, Alagoas, Sergipe e Maranhão ainda não tiveram casos de microcefalia que tenham relação confirmada com alguma infecção congênita. 

Morte de bebê
O Ministério da Saúde também confirmou que a morte de um bebê com microcefalia no Piauí ocorreu por infecção congênita, mas não determinou ainda que a mesma esteja associada ao Zika. Além do vírus, essa infecção pode ter sido provocada por doenças como Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes Viral ou outros agentes infecciosos. 

O bebê de apenas 10 dias de vida morreu em 2 de janeiro, na maternidade Evangelina Rosa, em Teresina. Na época, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o menino apresentava outras má formações congênitas além da microcefalia e o caso seria investigado. A família do recém-nascido é do município de José de Freitas.
Fonte: CidadeVerde

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Brasil tem quase 3,9 mil casos suspeitos de microcefalia

Foto de 23 de dezembro mostra menino Elison, de 10 anos, cuidando de seu irmão de 2 meses José Wesley, que nasceu com microcefalia, em Poço Fundo, no Pernambuco (Foto: AP Photo/Felipe Dana)
Os casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus zika subiram de 3.530 para 3.893, de acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (20) pelo Ministério da Saúde. O dado atualizado considera os casos desde 22 outubro de 2015, quando começou o monitoramento de microcefalia no Brasil, até 16 de janeiro deste ano.
Dos 3.893 casos notificados, o Ministério da Saúde informou que 230 tiveram confirmação de microcefalia, outros 282 foram descartados. Os demais 3.381 casos continuam em investigação.
O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, apontou que o número de casos confirmados e descartados é semelhante. “Isso ainda não é uma projeção, mas serve como referência para entender o que está acontecendo”, afirmou.
O número anterior havia sido divulgado na semana passada e correspondia aos casos registrados até 9 de janeiro deste ano.
A microcefalia é um quadro em que bebês nascem com o cérebro menor do que o esperado (perímetro menor ou igual a 32 cm) e que compromete o desenvolvimento da criança em 90% dos casos. As causas exatas do surto no Brasil ainda estão sendo investigadas, mas há fortes evidências de que o zika vírus tenha relação com o surto.
saiba mais
Ele circula no país desde maio do ano passado e uma das hipóteses é que chegou aqui junto com turistas que vieram para a Copa do Mundo. Os casos de microcefalia coincidem com áreas em que o vírus circulou no ano passado.
O vírus zika é transmitido especialmente por mosquitos infectados, principalmente o mosquito da dengue, o Aedes aegypti. A maioria das pessoas não tem sintomas, mas quando surgem são principalmente erupções na pele, olhos vermelhos e dores no corpo. Eles desaparecem em até uma semana, em geral.
Em novembro, o governo declarou estado de emergência em saúde pública no país por causa do aumento de casos de microcefalia no Nordeste.
Estados
Os dados divulgados nesta quarta se referem a notificações feitas em 764 municípios de 21 unidades da federação. De acordo com o Ministério da Saúde, Pernambuco segue como o estado que apresentou o maior número de casos suspeitos: são 1.306, o que representa um terço do total registrado no país. Em seguida, estão a Paraíba, com 665, e a Bahia, com 496.
Carnaval
Cláudio Maierovitch afirmou que o "esforço concentrado" dos governos deve servir para interromper a proliferação do zika nos próximos meses. Sobre o aumento da circulação de pessoas no país durante o período do Carnaval, inclusive para estados em que existem os maiores números de casos suspeitos, como Pernambuco e Bahia, ele afirmou que pessoas com o vírus já foram identificadas em "praticamente todos os estados".
"A circulação grande de pessoas pelo país não deve ter impacto muito grande porque o vírus já está circulando", disse. "O que pode acontecer é que algumas pessoas que estão em lugares com muito pouco mosquito podem adquirir em algum outro lugar, mas não muda a vulnerabilidade do estado. O contato já existe".
Para especialistas, a passagem de milhares de turistas por capitais com tradicionais carnavais de rua em estados com alto número de casos de bebês nascidos com microcefalia e suspeita de ligação com o zika vírus pode representar um "coquetel explosivo" e ajudar a espalhar ainda mais a doença pelo país.
Mosquito transgênico
Questionado sobre o uso de mosquito geneticamente modificado para ajuda a eliminar o Aedes aegypti, Maierovitch disse que, neste momento, não há possibilidade de essa tecnologia ser usada "como a grande medida de controle para impacto nacional".
Segundo ele, os próprios pesquisadores indicaram que hoje não haveria estrutura para uma ação que desse cobertura a uma cidade do tamanho de Recife (PE), por exemplo. "O que conseguimos saber até agora é que existe a possibilidade de que a utilização do mosquito transgênico se confirme no futuro como instrumento para controlar a população de Aedes, mas a dimensão, a magnitude dos modelos experimentais feitos ainda é pequena", afirmou.
Prevenção
O Ministério da Saúde recomenda que as gestantes adotem medidas que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doença, com a eliminação de criadouros. O governo também recomenda que as mulheres grávidas mantenham portas e janelas fechadas, usem repelente para gestantes e vistam calça e camisa de manga comprida para evitar a exposição aos mosquitos.
Fonte: G1

domingo, 3 de janeiro de 2016

Bebê com microcefalia morre em Teresina; caso será investigado

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) confirmou a morte de um bebê de 10 dias na maternidade Evangelina Rosa, em Teresina (PI), com quadro de microcefalia. O trabalho agora será para investigar se esse caso tem relação com o zika vírus. O recém-nascido apresentava outros problemas de saúde. 
De acordo com a Sesapi, o bebê faleceu no último sábado (2) e o corpo já foi liberado para a família. Além da microcefalia, o menino tinha outras má formações congênitas. 

O caso é acompanhado pelo Comitê de Operações Emergenciais em Saúde Pública no Piauí – Microcefalia. O protocolo do Ministério da Saúde será utilizado para investigar as causas da morte. Além dos exames feitos no bebê, a família responderá a um questionário que, entre outras perguntas, pretende descobrir se a mãe teve sintomas de infecção pelo zika vírus durante a gestação. 

Até o dia 26 de dezembro, o Piauí somava 51 casos de microcefalia associada ao zika vírus. O bebê de José de Freitas ainda não está nessa estatística. 
Fonte: Cidadeverde.com

sábado, 2 de janeiro de 2016

2015 fecha com 51 casos de suspeita de microcefalia por Zika no Piauí

O Piauí registrou 51 casos de suspeita de microcefalia causa pelo vírus Zika em 2015. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde na última terça-feira (29), no último boletim epidemiológico de 2015. As informações foram copiladas até o dia 26 de dezembro do ano passado. Não houve aumento no número de casos registrados no boletim anterior, no entanto, houve uma alteração no número de municípios, antes eram 21 cidades, agora aparecem 20, com casos suspeitos.

Até o momento, uma única morte suspeita foi registrada no Piauí. No Brasil, são 40 óbitos suspeitos sendo investigados. No total, foram notificados 2.975 casos suspeitos da doença em recém-nascidos de 656 municípios de 20 unidades da federação. 

Das 20 unidades da federação com casos suspeitos, nove permaneceram com número de casos suspeitos iguais ao Boletim anterior divulgado na semana passada (22/12). Três estados (TO, MG e MT) apresentaram diminuição de casos e oito apresentaram aumento de casos.

O maior número de casos foi registrado em Pernambuco (1.153), o que representa 38,76% dos casos de todo o país. O estado foi o primeiro a identificar aumento de microcefalia no país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (476), Bahia (271), Rio Grande do Norte (154), Sergipe (146), Ceará (134), Alagoas (129), Maranhão (94) e Piauí (51).
Fonte: Cidadeverde.com

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Piauí registra dois novos casos de microcefalia e investiga relação com zika vírus

O Comitê de Operações de Emergências em Saúde Pública do Piauí registrou, neste fim de semana, dois novos casos de microcefalia no Estado. As autoridades em saúde irão investigar se o novos registros possuem relação com o zika vírus. 

Os dois novos casos são de bebês nascidos no interior do Piauí, um deles em Oeiras - 313 quilômetros ao Sul de Teresina. Com isso, chega a 38 o número de bebês nascidos com a má formação em 2015 no Estado - quatro vezes mais que o registrado normalmente.

A maternidade Evangelina Rosa, em Teresina, centraliza o registro dos casos na capital. Lá foi instalado o centro de referência em microcefalia, que deve atender cinco pacientes por semana, através de agendamento. 

Mas os casos também podem ser verificados no interior. Miriane Araújo, gerente de Vigilância em Saúde, informou que os maiores centros, como Picos e Parnaíba, devem fazer a investigação sem a necessidade de encaminhar os casos para o centro de microcefalia em Teresina.

A dona de casa Domingas da Cruz está preocupada com sua gravidez. Ela garante seguir todas as recomendações dos médicos, como uso de repelentes e ações para evitar o mosquito transmissor do vírus. 

Já Daylane Ferreira tem outra preocupação: cuidar da filha que nasceu com microcefalia. "Jesus só manda aquela coisa forte para quem consegue sustentar. Eu tenho bastante paciência, amo ela demias, acima de qualquer coisa."
Fonte: TV Cidade Verde

Prefeitura de Parnaíba define estratégias para acompanhar microcefalia

A Prefeitura, através da Secretaria da Saúde, está articulando estratégias no atendimento aos casos de microcefalia em Parnaíba. Para tanto, foi realizada pela manhã de sexta-feira (04) uma reunião com a equipe na própria sede da Secretaria da Saúde com coordenadores. 

Os profissionais se organizaram para a construção de um fluxo de atendimento, bem como planejaram a realização do serviço de acompanhamento das gestantes com história de doença exantemática (Erupção cutânea que acompanha certas doenças infecciosas), e estabeleceram estratégias de combate ao mosquito Aedes aegyti.